Números desta sexta-feira: Carregado e Azambuja com 67 casos de coronavirus

Os números não param de subir, de resto como foi previsto pela Direcção Geral de Saúde. Carregado apresenta hoje 35 casos positivos de covid, mais 3 que ontem. Já Azambuja sobe para 32, um aumento de um caso nas derradeiras 24 horas.

Os números não param de subir, de resto como foi previsto pela Direcção Geral de Saúde. Carregado apresenta hoje 35 casos positivos de covid, mais 3 que ontem. Já Azambuja sobe para 32, um aumento de um caso nas derradeiras 24 horas.

Os Concelhos de Alenquer e Azambuja apresentam um total de 88 casos. Alenquer tem 5 cidadãos com covid, ao passo que em Aveiras de Cima estão confirmados 12 casos.

O somatório de casos positivos detectados tanto em Azambuja como no Carregado terão maioritariamente origem no foco de contaminação identificado na Zona Industrial da Estrada Nacional 3.

Recorde-se que muitos dos cidadãos que contraíram a infecção em ambas as freguesias estão directamente relacionados com as empresas nas quais foram detectados os contágios, e que têm sido notícia nos últimos dias.

De realçar ainda que no Concelho de Alenquer há 18 cidadãos que venceram a doença e estão hoje recuperados da covid-19. Voltaram às suas vidas normais e são um exemplo inspirador para todos os que neste momento lutam contra o coronavírus.

Já em Azambuja o total de recuperados ascende a 11. Em ambos os municípios há a registar uma vítima mortal, uma senhora de 88 anos de Manique do Intendente que padecia de outras doenças associadas.


                                                    Notária Ana Almeida

Certifico para efeitos de publicação que por escritura de Justificação outorgada no dia trinta de Abril de dois mil e vinte, exarada a folhas cento e vinte e quatro e seguintes do Livro de Notas número Oitenta e Sete – J, deste Cartório, José Luís da Câmara Santa Bárbara, C.F. número 125.574.290, casado sob o regime da separação de bens com Ana Maria Mercedes Rocha Filipe Santa Bárbara, C.F. número 195.743.660, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, residente na Quinta do Ajoujo, s/n, lugar de Marés, freguesia de Abrigada, concelho de Alenquer, declarou que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do prédio rústico, denominado Ajoujo ou Fátima, situado em OtaQuinta de Ota, freguesia de Ota, concelho de Alenquer, composto de eucaliptal, sobreiros, cultura arvense, mato, pastagem e dependência agrícola com a área de um milhão duzentos e quarenta e nove mil e quarenta e sete metros quadrados, a confrontar a norte com Constança Maria de Siqueira de Almeida, a sul com Margarida Maria Figueiredo Cabral da Câmara, a nascente com Dom Vasco da Câmara e a poente com Quinta das Marés, inscrito na respectiva matriz, em nome de Maria Teresa de Jesus de Siqueira de Almeida, sob o artigo 1, secção D-D3 (parte), com o valor atribuído de cinquenta mil euros, descrito na Conservatória de Registo Predial de Alenquer sob o número oitenta e dois / Ota, aí registada a aquisição a favor de Constança Maria de Siqueira de Almeida, solteira, maior, pela Apresentação onze de sete de Outubro de mil novecentos e oitenta e seis. Que este prédio foi doado, em mil novecentos e noventa e três, pela indicada titular inscrita Constança Maria de Siqueira de Almeida ao ora justificante, à data casado sob o regime da separação de bens com Maria Margarida Ferreira Amaral. Desde que o prédio lhe foi doado, que o justificante tomou posse do mesmo como legítimo proprietário, assegurando a sua conservação, tratando-o, limpando-o e cultivando-o, usando-o e cuidando dele como proprietário e na convicção de o ser. Como a doação foi verbal, o justificante não ficou a dispor de título que lhe permita registá-lo em seu nome na Conservatória. Desta forma, o justificante possui o referido prédio, em nome próprio, há mais de vinte anos, como proprietário e na convicção de o ser, sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente da freguesia de Ota, lugares e freguesias vizinhas, traduzida em actos materiais de fruição, conservação, defesa e demarcação, tendo utilizado e cuidado do prédio, procedido a obras de conservação, que se revelaram necessárias ao longo do tempo, da dependência agrícola e cultivando a parte rústica, semeando e colhendo forragens, explorando o prédio para fins agrícolas, dedicando à silvicultura e agro-pecuária, com a convicção de não lesar o direito de quem quer que seja, agindo sempre pela forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sendo, por isso, uma posse pacífica, pública, contínua e de boa-fé, pelo que adquiriu o referido prédio por usucapião. Que esta posse pacífica, contínua, pública, e de boa-fé, fundamenta a aquisição do respectivo direito de propriedade por USUCAPIÃO, o que pela sua natureza impede a demonstração  documental  do  seu  direito  pelos meios  extrajudiciais normais. Está conforme o original. Cartório Notarial de Alcobaça, a cargo da Notária Ana Almeida, trinta de Abril de dois mil e vinte.

A colaboradora autorizada pela Notária Ana Almeida, desde 05.02.2018.

Conta registada sob o n.º FAC 2020003/262Foi emitido recibo.

Mónica Constantino Ribeiro (nº113/6)

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VIAAlexandre Silva
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