
O Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira defende a realização de testes em lares de idosos e alerta para a redução da oferta nos transportes públicos. Estas posições do autarca foram tornadas públicas durante uma reunião ordinária do Conselho Metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa realizada hoje, que entre outras matérias teve como principal ponto de análise a situação de pandemia provocada pelo novo Coronavírus.

Alberto Mesquita destacou os principais aspectos da situação actual do Município de Vila Franca de Xira e as medidas já adoptadas pela autarquia, manifestando a sua preocupação e sublinhando a necessidade de uma articulação eficiente entre as diferentes entidades envolvidas no combate à pandemia. Abordando especificamente os Lares de Idosos, Mesquita referiu a necessidade de se prosseguir de forma urgente com a realização de testes em todas as instituições do Concelho, com prioridade para os trabalhadores desses lares, que considera serem também agentes de primeira linha neste combate.

Outra das questões colocadas relacionou-se com a rede de transportes públicos rodoviários e ferroviários. O Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira mostrou a sua preocupação face à redução na oferta que tem vindo a verificar-se por parte das empresas de transportes púbicos que operam na área do Município.
No que respeita ao transporte rodoviário, Alberto Mesquita exortou a AML a fazer uma avaliação das alterações introduzidas por estes operadores, designadamente verificando se as mesmas estão enquadradas no espírito da sua Circular, que prevê a possibilidade de serem adoptados, neste período de emergência, os horários de Verão ou os horários de Agosto, e se esses horários estão efectivamente a ser cumpridos.

Já no caso do transporte ferroviário, relativamente à Linha do Norte Azambuja-Lisboa, o Presidente da Câmara Municipal manifestou a sua incompreensão face à redução do número de comboios em circulação. Foi questionada a pertinência destas reduções, quando já antes da pandemia se verificava uma oferta insuficiente deste meio de transporte.
Mesquita alertou também que esta ainda maior redução do número de comboios está a ter como consequência a sua sobrelotação, deixando os passageiros impossibilitados de cumprir as regras estabelecidas pela Direcção Geral de Saúde no que respeita ao distanciamento social e aumentando exponencialmente os riscos de propagação do vírus.
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