
O nosso jornal e o seu director, Nuno Cláudio, sairam naturalmente absolvidos do processo judicial interposto pela empresa NAREST, antiga fornecedora de refeições escolares no concelho de Alenquer. O caso deu-se em finais de 2012, quando a 23 de Novembro largas dezenas de crianças das escolas do concelho alenquerense tiveram que receber tratamento hospitalar devido a intoxicações alimentares supostamente contraídas com os alimentos fornecidos por esta empresa. O caso foi amplamente divulgado pelos jornais locais e de âmbito nacional, aos quais se juntaram algumas cadeias de televisão, que também deram destaque ao sucedido. Estranhamente (ou talvez nem tanto assim…) o Fundamental foi o único orgão de comunicação a ser alvo de queixa por parte da empresa NAREST. O processo conheceu hoje o seu termo, com a natural e esperada absolvição do Fundamental. Na sentença proferida esta tarde, pode ler-se: “Não nos parece, em face de tudo o que se vem de dizer e da prova produzida, que a notícia não retracte a realidade que à data dos factos foi divulgada, nomeadamente em reuniões de Câmara e que, por via disso, o arguido ao elaborar a notícia tenha tido a intenção de ofender a credibilidade ou prestígio da assistente, mas apenas relatar e sumariar o muito que foi dito a respeito”. A Juíz que julgou este processo destacou igualmente o facto do director do Fundamental, Nuno Cláudio, não ter qualquer histórico neste contexto, conforme se pode ler : “O arguido é jornalista e não tem antecedentes criminais”. Este era o último processo judicial que o Fundamental tinha pendente de resolução, e cuja decisão foi claramente favorável ao nosso jornal.

















