Deputados de Alenquer visitaram aterro da Ota preocupados com odores e trânsito de pesados

A Assembleia Municipal de Alenquer visitou o Aterro da Ota e reuniu com a gestão daquela entidade. Os eleitos tiveram assim oportunidade de verificar no local as condições de operação desta estrutura de resíduos industriais banais e abordar preocupações da população e autarcas.

A Assembleia Municipal de Alenquer visitou o Aterro da Ota e reuniu com a gestão daquela entidade. A visita teve lugar no passado dia 17 de Julho. Os representantes das forças políticas com assento na Assembleia Municipal tiveram assim oportunidade de verificar no local as condições de operação desta estrutura de resíduos industriais banais e abordar preocupações da população e autarcas.

Nesta visita estiveram presentes o Presidente da Assembleia Municipal – Fernando Silva, o Presidente da Junta de Freguesia de Ota – Diogo Carvalho e ainda o representante da Assembleia na Comissão de Acompanhamento do Aterro – Samuel Ferreira. Estiveram igualmente presentes o Coordenador da Comissão de Ambiente da Assembleia – João Nicolau. Marcaram igualmente presença na visita os deputados municipais Luís Barros Mendes e Amélia Caetano.

João Nicolau, coordenador da Comissão de Ambiente (CAMOTU) referiu ao Fundamental: “têm chegado preocupações perante os odores que por vezes se fazem sentir na localidade de Ota, bem como preocupação relativamente aos impactos provocado pelo acrescido movimento de pesados dentro dos aglomerados da freguesia de Ota, preocupações que o Presidente da Junta de Freguesia de Ota tem referido dos devidos fóruns”.

Deste modo, os eleitos da Assembleia Municipal de Alenquer sentiram a necessidade de ir ao aterro: “Importava ver no local a operação do aterro e perceber o que a empresa pretende levar acabo para minimizar os impactos da presença do aterro junto da comunidade vizinha“, acrescentou João Nicolau.

Durante a visita, foi garantido aos deputados municipais que a empresa tem vindo a desenvolver a operação do aterro sanitário dentro das boas práticas, das regras estabelecidas pelas autoridades e das condições estabelecidas no licenciamento da instalação, sendo o aterro alvo de vistorias e inspecções com frequência por parte da CCDR LVT e da APA.

Estando a empresa consciente dos cheiros que a actividade implica, a PRORESI referiu estar comprometida em minimizar os cheiros e o impacte visual da instalação, encontrando-se a verificar a viabilidade técnica da instalação de um sistema de recolha e queima do biogás produzido nos alvéolos por forma a reduzir os cheiros, e a trabalhar na introdução de vegetação nos taludes das células do aterro, reduzindo assim o impacto visual”, explicou ainda João Nicolau, que também é o coordenador do Partido Socialista de Alenquer.

Recorde-se que o aterro de resíduos industriais banais da Ota encontra-se licenciado e em funcionamento desde 2006, mantendo em funcionamento uma Comissão de Acompanhamento do Aterro, composta por representantes da Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Freguesia de Ota, CCDR LVT, e Alambi.

VIAAlexandre Silva
COMPARTILHAR