Cadaval: pavilhão do Clube Atlético requalificado custou 37 mil euros

O Clube Atlético do Cadaval promoveu recentemente a inauguração da requalificação do Pavilhão Augusto Simões, contando o evento com a presença do vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Rui Manhoso. A intervenção na infraestrutura orçou os 37 mil euros.

Rui Manhoso, José Bernardo e Carlos Teixeira presentes na cerimónia de inauguração das obras de requalificação do pavilhão do CAC

O Clube Atlético do Cadaval promoveu recentemente a inauguração da requalificação do Pavilhão Augusto Simões, contando o evento com a presença do vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Rui Manhoso. A intervenção na infraestrutura que alberga os escalões mais jovens do futebol de formação incidiu, sobretudo, na recuperação da respetiva cobertura e na colocação de piso sintético, num investimento global a rondar os 37 mil euros.

Para além da presença de Rui Manhoso, a cerimónia registou também a presença do presidente da Assembleia Geral da Associação de Futebol de Lisboa (AFL), Carlos Teixeira. Participaram, ainda, presidente e vereadores da Câmara Municipal do Cadaval, bem como representantes da Junta da União de Freguesias do Cadaval e Pero Moniz e do Sport Clube Escolar Bombarralense (SCEB), entre outros, onde se incluiram atletas e pais.

O momento inaugural constou de uma pequena sessão solene, onde participaram os representantes da FPF e da AFL acima mencionados, bem como António Correa e Carlos Jerónimo, respetivamente presidente e diretor do CAC. Teve ainda a palavra José Bernardo Nunes, presidente da Câmara Municipal do Cadaval.

Recorde-se que a reparação do pavilhão do Clube Atlético do Cadaval aconteceu na sequência dos graves danos provocados pela intempérie ocorrida a 17 de outubro de 2015. “A passagem momentânea de ventos fortes fez levantar a parte superior da cobertura do nosso pavilhão desportivo”, recorda Carlos Jerónimo, diretor do CAC, sendo que as chapas da referida cobertura (painéis “sandwich” em lã de rocha) ficaram espalhadas, e em grandes quantidades, por todo o complexo desportivo.

Como consequência deste temporal, o Clube Atlético do Cadaval ficou sem um dos seus campos de treino, que permitia a realização de treinos perante condições atmosféricas adversas, mais concretamente nos escalões mais jovens. Afetou a formação ao nível dos escalões até aos oito anos – nomeadamente os Petizes (até aos 6 anos), os Traquinas (até aos oito anos) e, pontualmente, os Benjamins (até aos 10 anos).

“Na realidade tínhamos perdido um dos factores mais significativos, que nos distinguia de diversos desportos “indoor”, que nos últimos anos têm afastado as crianças e os jovens da prática do futebol”, explica ainda Carlos Jerónimo, que acrescenta: “O abrigo, oferecido pelo pavilhão permite dar continuidade à formação futebolística a que nos propomos, sem interrupção, e sob quaisquer condições climatéricas, evitando por exemplo a fuga para os videojogos, que tanto assolam o desporto em geral”, acrescenta o diretor.

Em termos técnicos, a reparação do pavilhão incluiu a aplicação de cobertura externa, com todos os inerentes apetrechos. Contemplou, por outro lado, a substituição do pavimento, com aplicação de relvado sintético e respetivas linhas de jogo, sendo que as dimensões do pavilhão são de 21 por 32 metros. A intervenção incidiu, igualmente, na recuperação do sistema de iluminação e manutenção da instalação elétrica existente, além da pintura interior do edifício.

Rui Manhoso, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, referiu na ocasião ser missão da entidade que representa “estar sempre disponível para atender e resolver os problemas dos clubes”, conforme palavras do próprio, e agradeceu ao CAC por ter levado a cabo esta obra. Já José Bernardo Nunes, presidente da Câmara Municipal do Cadaval, recordou na ocasião inaugural os constrangimentos relativos ao pavilhão que, ao longo dos anos, o Município e o CAC tiveram de procurar ultrapassa, em conjunto.

 

;