
A vivenda das Fontaínhas ocupada ilegalmente por uma família de etnia cigana já foi desocupada e devolvida aos seus legítimos proprietários. Este caso ocorrido no inicio de junho na Freguesia do Carregado teve um impacto mediático significativo e levou as autoridades a agirem com prontidão, o que resultou na reposição da legalidade e na devolução da habitação à proprietária, uma idosa de 76 anos que estava ausente em casa da filha, no Algarve, aquando da invasão da sua casa.
A divulgação desta notícia na página oficial do Jornal Fundamental na rede social Facebook teve até ao momento um alcance de 533 453 – quinhento e trinta e três mil, quatrocentos e cinquenta e três leitores, conforme pode ser constatado na imagem publicada em cima. A resolução do caso foi anunciada por Carlos Sequeira, vereador do partido CHEGA com assento no executivo municipal de Alenquer, que à data da ocupação se manifestou de pronto nas redes sociais contra este ato ilegal, uma posição que é natural tendo em conta a conhecida “bandeira” do partido CHEGA neste contexto.
O presidente João Nicolau reforçou a mensagem de Sequeira, relembrando que as recentes mudanças operadas na legislação permitiram às autoridades uma intervenção rápida no sentido de desocupar a casa invadida e devolver a mesma à legítima proprietária.
Relembramos os contornos deste caso: uma família de etnia cigana invadiu e ocupou uma vivenda nas Fontaínhas, na União de Freguesias de Carregado e Cadafais, no inicio do mês de junho. Aproveitaram a ausência temporária da dona do imóvel, Maria Olinda Lopes, uma idosa de 76 anos, e instalaram-se sem autorização e num cenário de total ilegalidade. O caso foi tornado público por Nadine Lopes, filha da idosa enganada, através das redes sociais.
Nadine Lopes vive no Algarve, para onde a mãe viajou recentemente por motivos de saúde. Maria Olinda Lopes é viúva há 6 anos, e foi precisamente no nome do falecido marido que estava lavrado o suposto contrato de arrendamento, que naturalmente se tratava de um documento falso e que inclusive se apresentava assinado pelo homem que já faleceu há meia dúzia de anos.
De acordo com Nadine, o contrato de arrendamento falso teve inicio a 1 de junho e foi forjado com uma assinatura falsa do progenitor, que faleceu há 6 anos. “A policia ainda me disse que o vizinho da minha mãe, a quem a minha mãe deu a chave e autorizou que lá fosse a casa, estava a invadir a casa dos ciganos”, lamentou na altura Nadine. Entretanto o bom senso prevaleceu e a lei foi aplicada, tendo os invasores sido corridos da vivenda que usurparam. Fez-se justiça e a casa foi devolvida à legítima proprietária, ainda que em elevado grau de destruição.























