
A vereadora Ana Coelho justificou a diminuição das consultas no âmbito do “Bata Branca” em Azambuja com a “estabilização do projeto”, citando a eleita socialista. Os números foram tornados públicos pelo município e aludem ao primeiro trimestre deste ano. A questão foi trazida por uma munícipe à reunião do executivo municipal de Azambuja na reunião ocorrida na manhã desta terça-feira, dia 28 de abril.
“Há de facto uma diminuição das consultas dadas no contexto do projeto Bata Branca, e essa diminuição tem a ver com a estabilização deste projeto”, explicou a vereadora Ana Coelho no decurso da reunião do executivo que decorreu no edifício dos Paços do Concelho. A eleita responsável pela área da saúde considerou normal e previsível essa diminuição, complementando: “No inicio do projeto Bata Branca tivemos uma grande procura porque o projeto surge no seguimento de um período de muitos anos em que não havia qualquer resposta para as necessidades da população, mas passado este tempo vai havendo uma estabilização no número de consultas dadas”.
A vereadora da equipa de Silvino Lúcio lembrou ainda o aumento das videoconsultas, que de alguma forma têm substituido as visitas presenciais ao médico. Já no tocante à diminuição do número de médicos, Ana Coelho refere que esse cenário está relacionado “com o protocolo estabelecido este ano com a Unidade Local de Saúde (ULS), que estabelece não poder haver contrato com médicos que trabalhavam no âmbito do Bata Branca, sob pena de haver um cenário de duplo financiamento, pelo que para o Bata Branca foram contratados médicos que não pertencem à Unidade Local de Saúde”. Ana Coelho assegura, ainda assim, que “nunca esteve em causa o número de consultas ou o número de horas que são asseguradas pelos clínicos no Bata Branca”, e voltámos a citar a vereadora de Aveiras de Cima.


















