
A vivenda onde habitava a falecida professora Rita Cipriano voltou a ser assaltada dias após a trágica morte desta conhecida habitante de Penafirme da Mata. O pai da malograda docente vive dias de receio extremo e já nem aceita falar para a comunicação social, temendo represálias. O novo assalto teve lugar na noite posterior ao funeral de Rita Cipriano, e as autoridades levantam a possibilidade dos ladrões e assassinos terem regressado à procura do telemóvel perdido durante o roubo.
Recorde-se que desde o passado dia 11 de setembro as autoridades estão profundamente empenhadas na caça aos dois assaltantes que provocaram a morte a Rita Cipriano, professora de Penafirme da Mata com 42 anos de idade. Rita foi amordaçada em casa durante o roubo e acabou por falecer com falta de ar. De acordo com as autoridades, os gatunos terão deixado na altura cair um telemóvel que poderá ser determinante no desfecho do trabalho das forças policiais.
Este segundo assalto foi testemunhado por Manuel Cipriano, pai de Rita, que desde a morte trágica da filha tem dormido perto, mas fora da habitação onde teve lugar a tragédia do dia 11. Cipriano não terá conseguido identificar os autores deste segundo assalto. As autoridades não conseguem, para já, determinar as razões exatas que motivaram esta segunda intrusão na vivenda onde Rita Cipriano morreu amordaçada e com falta de ar.
Recordamos ainda que o primeiro crime ocorreu a 11 de setembro. O pai de Rita Cipriano, Manuel Cipriano, ainda terá tentado salvar a filha, mas sem sucesso, uma vez que também o progenitor da malograda professora foi agarrado pelos gatunos e arrastado para o piso superior da habitação situada em Penafirme da Mata. Pai e filha terão então ficado separados durante o assalto, o senhor no piso superior da moradia e Rita Cipriano no piso inferior, onde permaneceu de mãos amarradas e amordaçada, deitada no chão de barriga para baixo, posição em que foi deixada pelos assaltantes e que terá dificultado a respiração da senhora, que acabou por falecer.
Depois de ter sido consumado o assalto, a dupla de gatunos fugiu do local. As autoridades foram chamadas mas quando chegaram já os ladrões estavam a monte, tendo fugido com milhares de euros em dinheiro, ouro e um relógio valioso, depois de terem obrigado Manuel Cipriano a revelar o local e a abrir o cofre da habitação. A Policia Juciciária está a investigar este caso desde então.
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