Jaime Quitério mora na Passinha há 50 anos e conta como é viver no inferno em que se transformou esta aldeia de Alenquer

Ninguém melhor do que um morador da Passinha para nos descrever como é viver 24 sobre 24 horas com camiões a passar de forma quase permanente rente às casas e aos quartos destas pessoas. Jaime Quitério viveu toda a sua vida nesta aldeia de Alenquer e agora reconhece que vive num inferno de barulho.

Ninguém melhor do que um morador da Passinha para nos descrever como é viver 24 sobre 24 horas com camiões a passar de forma quase permanente rente às casas e aos quartos destes habitantes do Concelho de Alenquer. O problema que vive a Passinha já é por demais conhecido e cada vez afeta com maior profundidade a vida dos moradores desta pequena aldeia da União de Freguesias de Alenquer.

Jaime Quitério tem 50 anos e viveu praticamente toda a sua existência na Passinha, outrora um lugar sossegado e tranquilo mas que se transformou num autêntico inferno de há uns 3 ou 4 anos a esta data, primeiro com o inicio da construção dos armazéns da empresa Santos e Vale e logo a seguir com o inicio da laboração desta empresa.

O problema reside no facto de não haver acessos rodoviários apropriados para veículos pesados que sirvam este enorme armazém, o que obriga os camiões a passarem constantemente em ruas de tal forma estreitas e impreparadas que contam-se casos em que até os beirais das casas foram arrancados. Jaime Quitério conta aos leitores e espectadores do Fundamental como é viver no inferno da Passinha. Para ver já de seguida, aqui no Fundamental Canal.

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VIAAlexandre Silva
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