Alenquer aumentou em 44 % apoio à compra de medicamentos – investimento anual é de 52 mil euros

O município de Alenquer aumentou em 16 mil euros o valor do apoio para a compra de medicamentos nas farmácias do concelho. No ano passado beneficiaram deste apoio 253 pessoas, o que se traduziu num investimento anual de 52 mil euros por parte da autarquia.

O município de Alenquer aumentou em 16 mil euros o valor do apoio para a compra de medicamentos nas farmácias do concelho. No ano passado beneficiaram deste apoio 253 pessoas, o que se traduziu num investimento anual de 52 mil euros por parte da autarquia. Trata-se de um aumento de 16 mil euros, cerca de 44%, por comparação com o ano anterior durante o qual o investimento rondou os 36 mil euros.

Pedro Folgado refere a este propósito: “A autarquia continua a reforçar as iniciativas de apoio na área da saúde, sobretudo junto da franja da população considerada economicamente carenciada”. Esta tem sido uma das medidas que tem merecido maior atenção por parte do executivo e que mensalmente tem permitido apoiar centenas de munícipes.

Pedro Folgado acrescentou: “Foi a pensar na saúde da população que o município de Alenquer implementou esta medida, primeiro como plano de apoio, e depois com a criação de um regulamento para o efeito, que consta em Diário da República desde setembro de 2021”. Através de um protocolo firmado com as farmácias do concelho, a autarquia comparticipa medicamentos sujeitos a receita médica, tendo como público-alvo munícipes em situação de carência económica comprovada ou com outros indicadores associados.

Estão abrangidos por esta medida pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, em situação de carência económica comprovada, ou pessoas de outras idades igualmente numa situação de carência mas com patologias crónicas associadas, nomeadamente doenças cardiovasculares, respiratórias, oncológicas e diabetes.

“Todos os anos, a Câmara Municipal de Alenquer investe uma quantia muito significativa no apoio à aquisição de medicamentos. Essa medida faz ainda mais sentido nesta altura, em que tentamos ao máximo minimizar o impacto da falta de médicos nas unidades de saúde do concelho. Enquanto não conseguimos a colocação de médicos, cuja competência não é da Câmara Municipal, mas do Estado, temos de continuar a promover este tipo de medidas”, referiu Paulo Franco, vereador com o pelouro da saúde.

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