
O presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Luís de Sousa, encontrou finalmente a desculpa ideal para justificar aquilo que o próprio desejava desde há muito: não cumprir com a sua própria palavra e fazer com que a gestão do Convento das Virtudes permaneça à responsabilidade da autarquia central, ao invés de passar a mesma para a competência da Freguesia de Aveiras de Baixo, a que pertence Virtudes, conforme promessa anterior do próprio Luís de Sousa. Segundo parece, Sousa terá sido massacrado por Silvino Lúcio já depois de se ter comprometido com a Freguesia de Aveiras de Baixo quanto à cedência da responsabilidade de dinamização daquele imóvel histórico. Silvino considera que Carlos Valada, presidente da junta local, irá aproveitar o Convento para promover actividades que a prazo beneficiem o PSD, partido que Valada representa e pelo qual foi eleito para o actual mandato na junta, no contexto da Coligação Pelo Futuro da Nossa Terra. Assim sendo, enfernizou a cabeça a Sousa, que foi obrigado a dar o dito pelo não dito, não estabelecendo o prometido protocolo de cedência da gestão do Convento. Como desculpa, afirmou em reunião de Câmara que a autarquia teria de realizar obras de reconversão do telhado do Convento, que fora danificado por uns… atiradores de foguetes. E como espécie de retaliação já não haverá protocolo para ninguém. Os fogueteiros da política local…

















