
O coordenador do Centro de Saúde de Azambuja vai abandonar as suas funções. A autarquia foi informada deste facto por parte do Agrupamento de Centros de Saúde do Estuário do Tejo. O presidente da Câmara de Azambuja afirma-se solidário com a população.
De resto Silvino Lúcio e a Vereadora com o pelouro da Saúde, Ana Coelho, tiveram uma reunião com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. “Nessa reunião, e infelizmente, tivemos a confirmação da saída do coordenador”, afirmou Silvino Lúcio ao Fundamental.
Neste encontro foi igualmente confirmado o facto de que já decorreram os dois concursos previstos para a colocação de médicos em Azambuja. De acordo com o que apurámos não houve qualquer médico que se candidatasse a Azambuja, mantendo-se as vagas abertas por preencher. “Constata-se assim que o problema da falta de médicos de família, além de não ter melhorado, até se agravou”, acrescenta o autarca. Uma vez mais a autarquia transmitiu aos responsáveis da ARS o seu desagrado pela situação e insistiu na sua profunda preocupação face ao sucessivo atraso nas soluções para minimizar o problema.
Silvino assegurou ainda, e citamos, que “o município está empenhado em contribuir para essas soluções e já está a trabalhar na criação de um regulamento de apoio à fixação de médicos no concelho, que se pretende que entre em vigor o mais rapidamente possível”. De acordo com o presidente, o documento definirá um conjunto de incentivos com os quais se pretende atrair mais profissionais e reverter a gritante falta de médicos de família que afeta Azambuja.
O Município de Azambuja reafirmou ainda a sua solidariedade com as Juntas de Freguesia, com o Movimento Cívico pela Saúde e com toda a população na aspiração legítima por serviços de saúde com mais capacidade de resposta e por melhores cuidados de saúde em todo o Concelho de Azambuja.




















