Assembleia Municipal deverá ratificar hoje contas de 2015 da Câmara do Cartaxo

O documento foi aprovado por maioria pela Câmara Municipal do Cartaxo, na reunião de anteontem - 18 de abril, com três votos a favor do PS, a abstenção dos dois eleitos do movimento independente Paulo Varanda – Movimento pelo Cartaxo (PV-MPC), assim como dos dois vereadores do PSD. Recorde-se que em 2014 Vasco Cunha e Paulo Neves tinham votado contra a aprovação deste relatório.

Vasco Cunha teve um papel decisivo no desbloquear das indemnizações estatais para as vítimas da explosão na secundária do Cartaxo

A Câmara Municipal do Cartaxo aprovou no passado dia 18 de Abril as contas alusivas ao ano de 2015. O documento foi aprovado com os votos favoráveis dos eleitos socialistas e com as abstenções dos representantes do Movimento Independente Paulo Varanda e dos eleitos pelo PSD no executivo camarário. Pedro Ribeiro, presidente da Câmara do Cartaxo, referiu que “a grande prioridade para 2015 foi a consolidação orçamental e, ao nível dos investimentos, foi finalizar as obras que tinham comparticipação de fundos comunitários, sobre as quais existia a obrigação legal de concluir até ao final desse ano, tal como a estrada do Setil e as obras do parque empresarial do Valleypark”. Ainda de acordo com o presidente da autarquia cartaxeira, as contas de 2015 foram marcadas pela redução dos custos da actividade camarária, nomeadamente a redução de 720 mil euros no passivo total, redução de 20,31% da dívida a terceiros de curto prazo e de 69,5% dos pagamentos em atraso com mais de 90 dias, redução de 148 dias no prazo médio de pagamentos e ainda redução de 45,33% da dívida transitada em relação a 2013. Como resultado deste emagrecimento generalizado, Ribeiro aponta para o melhor resultado líquido desde 2011 nas contas do município, bem como a melhor taxa de execução orçamental desde 2008 e ainda a melhor classificação no índice de transparência municipal, desde sempre – subindo 175 lugares no ranking em 2 anos. Já Fernando Amorim, vice-presidente da Câmara, destaca a relevância da redução da dívida transitada – superior a 45% como fator de equilíbrio orçamental atual e futuro.

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FONTEA.T.
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