
Joaquim António Ramos está internado há duas semanas numa unidade hospitalar em Lisboa onde luta para debelar um linfoma que lhe foi detetado junto à garganta. O antigo presidente da Câmara de Azambuja completou 71 anos a 22 de Novembro e presidiu ao executivo entre 2001 e 2013, tendo abdicado meses antes de terminar o seu último mandato também devido a um grave problema de saúde.

Recordemos que Joaquim Ramos foi Presidente da Assembleia Municipal de Azambuja durante três mandatos, entre 1989 e 2001, tendo mais tarde encetado um percurso que o levou a presidir à Câmara de Azambuja durante três mandatos, entre 2001 e 2013. Até 2001 o antigo autarca desempenhou cargos de responsabilidade na Câmara Municipal de Lisboa.
O linfoma é definido como um grupo de doenças malignas do sangue, mas que pode ter cura. Desenvolve-se no sistema linfático, que é composto por uma rede de vasos linfáticos que transporta a linfa. Os linfócitos são um tipo de glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo contra agressões de agentes infeciosos como bactérias ou vírus e, como tal, peças-chave do sistema imunitário.

Acrescente-se que o número de casos de linfoma tem vindo a aumentar nas últimas décadas. Em Portugal são anualmente diagnosticados 1700 novos casos de linfoma. Os sintomas passam pelo aumento dos gânglios linfáticos, designadamente na zona do pescoço, axilas ou virilhas; febre recorrente, perda de apetite e emagrecimento causado pela dificuldade em engolir; cansaço, suores noturnos e prurido.
Sousa e o martírio da Covid-19: “Peço a Deus que ninguém passe pelo que passei nos últimos 15 dias”
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