
Os habitantes do Concelho do Cartaxo estão positivamente furiosos com o aumento desmesurado dos valores cobrados pela empresa concessionária do serviço de gás natural ao domicílio. Em Janeiro as faturas refletem o aumento da taxa de ocupação do subsolo, o que fez disparar os montantes a liquidar pelos cartaxeiros. O autarca Pedro Ribeiro aponta o dedo à TagusGás, empresa concessionária.

Os munícipes do Cartaxo parecem ter sido apanhados de surpresa com este aumento inesperado do valor a pagar pelo serviço de fornecimento de gás e têm feito eco desse descontentamento nas redes sociais. Por sua vez Pedro Ribeiro assegura que o executivo municipal está a empreender todos os esforços no sentido de procurar resolver esta situação, que mexe com o bolso dos cartaxeiros numa altura tão delicada como a que vivemos.

O Presidente da Câmara do Cartaxo informou ter reunido recentemente com o Conselho de Administração da empresa TagusGás com o propósito de contestar o aumento desproporcional que foi imputado a cada um dos consumidores e que foi expresso nas faturas recebidas em Janeiro. “Apelo para que se evitem juízos de valor sobre esta matéria sem se conhecerem os factos e as medidas em curso para defendermos o interesse dos consumidores de Gás Natural do nosso concelho”, frisou Pedro Ribeiro através das redes sociais.

O autarca esclareceu ainda que a empresa TagusGás devia ao município do Cartaxo desde 2015 o valor das taxas de ocupação de solo que por Lei estava obrigada a liquidar anualmente. Ainda de acordo com Pedro Ribeiro, a concessionária liquidou em 2020 o conjunto das dividas acumuladas refente aos anos que estavam em falta para com o município cartaxeiro.

















