Projeto “Paúl Natura – Conhecer para Proteger” coloca Manique no centro da educação ambiental

Decorreu no passado dia 30 de outubro a apresentação do projeto “Paúl Natura – Conhecer para Proteger”. Esta sessão deu a conhecer os objetivos do projeto assim como das iniciativas planeadas para os próximos meses no âmbito da educação ambiental.

Decorreu no passado dia 30 de outubro a apresentação do projeto “Paúl Natura – Conhecer para Proteger”. Esta sessão deu a conhecer os objetivos do projeto assim como das iniciativas planeadas para os próximos meses no âmbito da educação ambiental.

Este projeto privilegia ações que contemplam a promoção do património natural – bio e geodiversidade, e do papel dos serviços prestados pelos ecossistemas, abarcando iniciativas de formação e capacitação, de sensibilização ambiental e de participação ativa da comunidade.

A equipa responsável pela apresentação foi composta pela coordenadora do projeto, Professora Anabela Cruces; pela diretora da Faculdade de Engenharia da Universidade Lusófona, Professora Cristina Guerra; e pela diretora do Agrupamento de Escolas do Alto de Azambuja, Professora Sílvia da Purificação.

Estiveram igualmente presentes o presidente da União de Freguesias de Manique do Intendente, V. Nova de S. Pedro e Maçussa, José Avelino; e ainda o presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Luís de Sousa.

Este projeto viu recentemente a sua candidatura ao Fundo Ambiental ser aprovada. Com um investimento total previsto de cerca de 68.000 euros, o programa será cofinanciado pelo Fundo Ambiental em 70%. A dar corpo a esta candidatura, ligada à educação ambiental, o Município de Azambuja integra um consórcio em parceria com mais três entidades: a União de Freguesias de Manique do Intendente, Vila Nova de São Pedro e Maçussa, o Agrupamento de Escolas do Alto de Azambuja e a Cooperativa de Formação e Animação Cultural.

O Paúl de Manique do Intendente é uma área com cerca de 97 mil metros quadrados e constitui um riquíssimo património natural de grande importância em termos de biodiversidade, nomeadamente em avifauna, já reconhecida a nível nacional. É um ecossistema com história e cerca de 18 hectares a proteger, com mais de 180 espécies identificadas, onde se podem encontrar cinco espécies simplesmente únicas, como o cágado-de-carapaça-estriada, o caimão-comum, a lontra, a cegonha-preta e o junco.

Recorde-se que a Câmara de Azambuja tem vindo a apostar na valorização e promoção deste espaço, tendo recentemente avançado com a colocação de uma infraestrutura de observação da fauna e da flora do Paúl, que tem como objetivo estimular o conhecimento, a proteção e a preservação deste ecossistema único e tão rico para o Concelho de Azambuja e para toda a região.


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VIAAlexandre Silva
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