ARS reconhece empenho de Folgado em resolver problema da falta de médicos no Carregado

O presidente da Administração Regional de Saúde elogiou hoje o município de Alenquer pelo empenho que Pedro Folgado tem demonstrado na resolução do problema da falta de médicos no Carregado.

O presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo elogiou hoje o município de Alenquer pelo empenho que Pedro Folgado tem demonstrado na resolução do problema da falta de médicos no Carregado.

Luís Pisco falou no decorrer da assinatura do protocolo que vai permitir à autarquia intervir na melhoria infraestrutural do Centro de Saúde do Carregado de forma a que este possa alojar uma Unidade de Saúde Familiar.

O documento foi assinado no final da manhã desta quinta-feira, dia 1 de Outubro. Na sua intervenção Luís Pisco frisou reconhecer a postura da Câmara de Alenquer no sentido de dotar o Centro de Saúde do Carregado com condições para albergar uma USF. Recorde-se que as requalificações estruturais nestes equipamentos são competência do Estado Central.

O Presidente da Câmara de Alenquer explicou aos leitores do Fundamental em que consiste este projeto: “O desígnio do município passa por criar uma Unidade de Saúde Familiar no Centro de Saúde do Carregado, mas para o efeito terão de ser feitas algumas intervenções naquele espaço e nesse sentido assinámos hoje este protocolo com a ARS para que a câmara possa efetuar obras de requalificação no Centro de saúde”.

Já Luis Pisco refere que, e citamos, “os jovens médicos valorizam muito as condições estruturais e de trabalho dos locais onde são colocados; valorizam também o facto de estarem organizados em Unidades de Saúde Familiares e a qualidade de vida do local para onde foram deslocados”. O presidente da Administração Regional de Saúde lembra o valor das rendas de casa praticados em Lisboa como fator determinante para que os clínicos da nova geração se sintam atraídos para vir para a região de Alenquer.

Pedro Folgado reforçou o que já tinha transmitido ontem aos leitores do Fundamental: “Estas unidades pressupõem um número fixo de médicos, de enfermeiros e de administrativos, o que desde logo acaba com as situações em que não há médicos colocados”. O presidente acrescentou: “Os médicos trabalham por objetivos e há um valor económico agregado ao atingir desses objetivos, o que resulta na motivação destes profissionais e na sua fixação aos locais onde estão colocados”.

O Presidente da Câmara de Alenquer está convicto de que esta vai ser a solução para a persistente questão da falta de médicos no Carregado. “Esperamos que desta forma venhamos a ter médicos novos no Carregado, até porque estamos a falar de uma localidade que fica situada relativamente perto de várias urbes, e por essa razão não se percebe porque os médicos não têm vindo para cá”.

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VIAAlexandre Silva
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