
Os tempos que vivemos representam uma transição evidente para um cenário que há bem pouco tempo considerávamos ainda fazer parte de um futuro mais ou menos longínquo. O ensino é palco das manifestações mais avançadas da presença desse… futuro. Afinal, o futuro é já hoje e as salas de aula das escolas de Alenquer e Carregado são dessa evolução um bom exemplo.

Depois de ter inaugurado em 2018 duas Salas de Aula do Futuro nos Agrupamentos de Escolas de Abrigada e Merceana, o município de Alenquer tem actualmente a decorrer obras em mais duas salas de aula nos Agrupamentos de Alenquer e Carregado apetrechadas com a mais recente tecnologia aplicada ao ensino.

De acordo com Pedro Folgado “estas salas representam um desafio a toda a comunidade educativa, para desconstruir o paradigma da sala de aula tradicional, apontando para metodologias de ensino mais activas em que os alunos são o centro e o motor da sua própria aprendizagem”. O autarca, também professor, afirma que estas novas técnicas estimulam o desenvolvimento de competências metacognitivas e sociais, fundamentais para o sucesso escolar e uma integração perfeita no mercado de trabalho.

A conclusão das intervenções nestas duas salas de aula de Alenquer e Carregado estarão concluídas a tempo de serem já utilizadas no decurso do novo ano lectivo, estando praticamente concluídas todas as intervenções físicas necessárias nesta obra de requalificação. Nos próximos dias terá lugar a instalação do mobiliário e de todos os equipamentos tecnológicos.
Recorde-se que este projecto foi alvo de candidatura a fundos comunitários através do Portugal 2020 e é financiado no âmbito do Programa “Inovar para o Sucesso Escolar” parte constituinte do Plano Integrado de Combate ao Insucesso Escolar em desenvolvimento no Município de Alenquer.
Carregado: o outro lado dos contentores – Entrevista com o empresário Lourenço Silva
O parque de contentores instalado no Carregado tem causado reacções adversas por parte da população. A Câmara de Alenquer refere que a actividade está ilegal e afirma que o parque terá de sair do Carregado. O Fundamental entrevistou em exclusivo Lourenço Silva, o empresário que arrendou as instalações à família Pinto Barreiros.


















