
Os eleitos do Partido Social Democrata de Azambuja afirmam ter exigido ao governo central obras de requalificação na Escola Secundária de Azambuja. Vereadores e deputados municipais garantem estar preocupados com o estado do estabelecimento de ensino, aquela que é a única escola secundária do território municipal azambujense.
“O PSD de Azambuja reclama por obras urgentes na única escola secundária do Concelho de Azambuja e desta vez fá-lo com o apoio do Grupo Parlamentar do PSD que propôs na Assembleia da República o Projecto de Requalificação Urgente da Escola Secundária de Azambuja”, afirmam os social democratas em comunicado de imprensa.
De acordo com a mesma nota, “o estado de degradação das instalações é notório, a falta de condições nomeadamente desportivas é gritante e tal é o resultado directo de décadas de incapacidade dos poderes públicos em defender a nossa Escola Secundária”. Ainda de acordo com os eleitos do PSD de Azambuja, à cabeça das responsabilidades está o Ministério da Educação.
“A Câmara Municipal não pode continuar a colocar-se de fora e não assumir que a nossa Escola Secundária é parte integrante da comunidade”, refere igualmente a mesma nota de imprensa, que acrescenta: “O PSD de Azambuja rejeita este “sacudir a água do capote. Se é certo que a Escola Secundária é responsabilidade do Ministério, também é verdade que os alunos, funcionários e muitos dos seus professores são munícipes de Azambuja e estão abandonados pela Câmara PS numa escola sem condições”.
Os eleitos do PSD recordam ainda que a nova lei de descentralização de competências obriga que esta escola passe para a gestão municipal até 2021. “Nessa altura a escola vai cair no colo da Câmara com todas as obras a terem de ser suportadas pelo orçamento municipal, porque a actual gestão camarária do PS foi incapaz de conseguir do Governo PS os mais de 2 milhões de euros que são precisos para as obras”, acrescentam os social democratas.
Ainda de acordo com os eleitos do PSD de Azambuja, alunos, funcionários e professores não podem continuar expostos ao telhado com amianto, às infiltrações da água das chuvas, à insegurança da instalação eléctrica obsoleta e em mau estado, às divisórias das salas degradadas e desadequadas. “E também não podem continuar sem condições para a prática da educação física. A Escola precisa de obras até porque está sem capacidade para acolher mais alunos já no curto prazo”, complementam.
























