

O presidente da Câmara e o executivo municipal reuniram recentemente com o ministro Miguel Pinto Luz, que tutela a pasta das infraestruturas, na sequência das tempestades que assolaram o território concelhio. A avaliação dos estragos causados no Município de Alenquer não serão suficientes para integrar o concelho no estatuto de “calamidade”, que poderiam proporcionar outro patamar de ajuda financeira ao território por parte do estado central.
Por sua vez José Luís Carneiro deslocou-se a Alenquer na manhã de hoje, quinta-feira. O secretário-geral do Partido Socialista marcou presença no comando operacional da Proteção Civil, estrutura que está a funcionar na sede dos Bombeiros Voluntários de Alenquer. Carneiro reforçou o pedido de “estatuto de calamidade” para o concelho, pedido que não deverá ter quaisquer consequências.
João Nicolau teve oportunidade hoje de mostrar ao secretário-geral socialista o impacto que as sucessivas tempestades tiveram no território do concelho de Alenquer. São muitas as estradas constrangidas e até intransitáveis, são bem visíveis os resultados de inúmeros deslizamentos de terra e houve até habitações que tiveram necessidade de serem evacuadas. Foi então que Carneiro afirmou que, no seu entender, Alenquer devia integrar a lista de concelhos em estado de calamidade.
Já o autarca que preside ao executivo alenquerense apelou ao governo que pudesse criar outras medidas de apoio para fazer face a estes danos causados pelas intempéries no território. “O estado de calamidade seria muito importante para o concelho de Alenquer e também para acesso a outros fundos, nomeadamente fundos comunitários”, lamentou ainda João Miguel Nicolau.






















