
A Freguesia de Azambuja solicitou ao executivo da autarquia uma intervenção de caráter urgente e ainda a elaboração de um “plano excecional” para responder aos muitos danos causados pelas sucessivas tempestades e consequentes cheias que têm assolado o território da freguesia. De acordo com os responsáveis pela Freguesia os impactos verificados ultrapassam largamente a resposta habitual afetando infraestruturas públicas, acessos, linhas de água e taludes e colocando em risco pessoas, habitações e bens.
A equipa liderada por André Salema justifica este pedido com os danos acumulados no território na sequência das condições climatéricas adversas registadas desde 2023, agravadas pelas tempestades de 2025 e pelos recentes episódios meteorológicos extremos. “Muitas famílias enfrentam prejuízos elevados e dificuldades significativas na reposição da normalidade”, acrescenta o comunicado produzido pela equipa que governa a Freguesia.
No documento enviado ao Município, a Freguesia de Azambuja defende a necessidade de
uma resposta política excecional, coordenada e transversal, centrada na proteção das populações e na execução urgente de intervenções estruturais, apelando à construção de um consenso alargado entre todas as forças políticas do Executivo Municipal.
Os eleitos liderados por André Salema propõem a constituição imediata de uma equipa técnica multidisciplinar para levantamento, mapeamento e quantificação dos danos, a definição de um plano de intervenção urgente com prioridades claras e o arranque célere de obras, bem como a mobilização de financiamento externo junto da Administração Central, entidades regionais e fundos comunitários.
A Freguesia de Azambuja propõe ainda o reforço dos meios da Proteção Civil e uma atuação firme ao nível da fiscalização de intervenções ilegais em linhas de água e áreas condicionadas por forma a reduzir riscos futuros e aumentar a resiliência do território.
André Salema complementa: “Também solicitámos a realização de uma reunião urgente, envolvendo o Executivo Municipal, serviços técnicos e entidades relevantes, com vista à definição de um plano de ação com compromissos objetivos e comunicação pública transparente”. Salema refere, complementando, que “mais do que a reparação de danos materiais, está em causa a confiança das populações nas instituições e a capacidade de resposta do Município perante fenómenos extremos cada vez mais frequentes”.





















