Caregado: um morto carbonizado de 45 anos e 11 feridos em incendio num prédio da Barrada

Um violento incêndio deflagrou esta manhã por volta das 7H50 num segundo andar de um prédio da urbanização da Barrada, no coração do Carregado. Deste incêndio há a registar um morto carbonizado, um homem de 45 anos que vivia no segundo andar consumido pelas chamas.

Um violento incêndio deflagrou esta manhã por volta das 7H50 num segundo andar de um prédio da urbanização da Barrada, no coração do Carregado. Deste incêndio há a registar um morto carbonizado, um homem de 45 anos que vivia no segundo andar consumido pelas chamas. Foram evacuadas 18 pessoas do mesmo prédio, 11 das quais foram transportados para o Hospital de Vila Franca de Xira e considerados feridos leves.

Ao local, na Praceta João Rodrigues Cabrilho, acorreram os Bombeiros Voluntários de Alenquer, os Bombeiros Voluntários da Castanheira do Ribatejo e ainda a GNR de Alenquer. A VMER de Vila Franca de Xira esteve no local e efetuou a despistagem dos feridos. Os Bombeiros aguardam nesta altura a chegada da equipa da Proteção Civil, coordenada pela autarquia, para decidir se o prédio terá condições de habitabilidade. À partida somente o andar flagelado pelo incêndio terá ficado inabitável, algo que terá de ser confirmado pelos técnicos da Proteção Civil.

A Policia Judiciária também compareceu no local e concedeu autorização para a retirada do corpo do homem de 45 anos, a vítima mortal deste acidente. O corpo do homem econtrava-se totalmente carbonizado dentro da habitação que foi consumida pelas chamas, chamas que se resumiram ao segundo andar, sendo que o restante prédio foi invadido somente pelo fumo resultante do incêndio.

Para além do homem de 45 anos vítima desta tragédia, no segundo andar consumido pelo fogo encontrava-se ainda a mãe do homem falecido, com quem a vítima vivia. As causas do incêndio ainda são desconhecidas, de acordo com Daniel Ribeiro, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alenquer. O incêndio provocou o pânico nos habitantes do prédio, tendo sido registados casos de fuga apressada e gritos de aflição entre crianças e pessoas de idade.

VIAAlexandre Silva
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