
Os Bombeiros Voluntários de Alenquer estão a atravessar uma situação financeira complicada e exigente, “trágica” segundo Francisco Guerra. Esta associação já pediu à Câmara Municipal a revisão do protocolo celebrado que permite aos voluntários alenquerenses receber uma verba anual, considerada insuficiente pela direção dos Bombeiros de Alenquer. O assunto voltou a ser abordado na reunião do executivo que decorreu esta manhã de segunda-feira, da qual o vice-presidente Paulo Matias esteve ausente devido ao falecimento do seu pai.
Guerra afirmou a este propósito: “A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alenquer enviou um email datado de 9 de janeiro no qual volta a relembrar a situação financeira dificil em que se encontra; não é tema novo, uma vez que durante a campanha eleitoral todas as forças políticas tiveram oportunidade de reunir separadamente com a Associação e por essa razão conhecemos os problemas que atravessa”, disse ainda o eleito do PSD/Coligação TODOS no executivo.
No email enviado no final da semana passada os Bombeiros de Alenquer recordam a existência do protocolo estabelecido com a autarquia datado de 2016 e que permite à Câmara Municipal a transferência de verbas de apoio à atividade regular desta corporação de bombeiros. “Foi-nos comunicado pela Associação Humanitária que esta verba é claramente insuficiente para fazer face às necessidades, uma vez que a situação é mesmo trágica”, afirmou ainda Guerra, relembrando que os Bombeiros de Alenquer pedem que haja uma alteração ao protocolo de modo a que seja reforçada a verba transferida pela autarquia.
Em resposta a Francisco Guerra no contexto deste tema o presidente João Miguel Nicolau recordou que o assunto fora debatido na última reunião do executivo ocorrida há duas semanas e reiterou a intenção do Município por si presidido de proceder à revisão do protocolo, de forma a que a verba de apoio aos Bombeiros de Alenquer seja efetivamente reforçada. “Neste momento não tenho mais desenvolvimentos sobre o tema para além do que foi falado na última reunião de câmara, mas reforço a pretensão de atualizarmos os valores do protocolo”, indicou João Nicolau, que acrescentou: “da parte das corporações não há neste momento necessidade de fornecerem mais dados à câmara neste contexto, cabendo agora aos serviços o trabalho de construção de uma proposta”.





















