
António José Matos é candidato à Câmara de Azambuja integrando como número dois a lista do Partido Socialista. Nesse sentido foi convidado pelo Fundamental Canal para esta entrevista, durante a qual o atual vice-presidente de Silvino Lúcio não teve quaisquer problemas em abordar as grandes questões da atualidade sem filtros ou as chamadas “papas na língua“.

António Matos afirmou: “O Concelho de Azambuja tem um conjunto de projetos em andamento e neste momento não há espaço para que outros venham aprender para depois tentarem fazer; nós não estamos a tentar; estamos a fazer”, concluiu o entrevistado, recandidato pelo PS à autarquia de Azambuja. Matos também referiu neste contexto: “As outras candidaturas vêm aprender para depois tentarem fazer, e nem sei se todos conseguirão aprender”.
O vice-presidente de Silvino Lúcio acrescentou: “Relembro que os apoios que a Câmara concedeu às IPSS’s do Concelho de Azambuja tiveram quase todos voto contra do PSD e do CHEGA”. António José Matos disse igualmente, e citamos o entrevistado, que “para além do apoio que é dados às corporações de bombeiros para a aquisição de veículos, a Câmara dá todos os anos milhões de euros aos bombeiros do concelho em pagamentos de salários aos bombeiros efetivos”.
António Matos mostrou-se indignado com as acusações de inércia que vêm da oposição e elencou um conjunto vasto de iniciativas e de obras em curso ou mesmo já concluídas nas áreas da educação, cultura, saúde e estruturas. “O nosso projeto só não está mais desenvolvido porque o programa de apoios comunitários 20-30, que deveria ter iniciado em 2020, só teve inicio este ano”. E acrescentou: “Só neste mandato investimos 9 milhões em obra do orçamento do município, fora os valores que tiveram origem em fundos comunitários”.
O número dois de Silvino Lúcio relembrou igualmente: “A colocação de médicos compete ao estado central; mas se não fosse o projeto Bata Branca era o caos na saúde no Concelho de Azambuja. Desde inicio já foram asseguradas 20764 consultas e a Câmara já investiu neste projeto em parceria com a CERCI e com a ARS 112645 euros, relembro, numa responsabilidade que não compete ao município”. Matos acrescentou ainda: “aqui à volta existem poucas câmaras que apoiem o associativismo como o faz a Câmara de Azambuja”.
A entrevista com António José Matos para ver aqui, no Fundamental Canal.


















