
Continuam os ecos da polémica em torno da posição do partido CHEGA no contexto da presença do cantor Nininho Vaz Maia no palco da festa com atuação programada para o próximo sábado. Desta vez foi André Salema a vir a público lamentar aquilo a que chama de instrumentalização da Feira de Maio para fins políticos. O alvo da crítica é bem claro: Inês Louro, sua antecessora na presidência da Freguesia de Azambuja.
André Salema afirmou a este propósito: “É lamentável ver a Feira de Maio de Azambuja, um dos maiores símbolos da tradição ribatejana, ser instrumentalizada para fins políticos. A contratação de um artista deve respeitar a diversidade cultural e os valores da comunidade, mas também evitar julgamentos públicos sem respaldo judicial firme”, complementou o autarca. Ainda sobre o assunto Salema concluiu: “Este tipo de comunicação não dignifica a Azambuja nem contribui para a união da população. A nossa terra merece ser representada com elevação, respeito e bom senso”.
Já horas antes e sobre o resultado das eleições legislativas que decorreram no domingo, Salema evidenciou toda a sua habitual frontalidade: “A derrota do PS não é apenas um momento de reflexão; é o resultado de anos de afastamento das verdadeiras prioridades dos cidadãos. É tempo de virar o PS para onde deve estar: focado na economia, na educação, na saúde e na construção europeia. O país precisa de um PS corajoso, moderno e sério, e não de mais taticismo vazio. Por isso lanço um apelo: Sérgio Sousa Pinto, está na hora de se chegar à frente”.


















