Já na quarta-feira: 1500 crianças em Aveiras de Baixo para aprenderem a proteger o ambiente

O Município de Azambuja volta a promover a iniciativa “Um Dia no Campo”, que este ano terá lugar no dia 28 de junho no Parque Biológico e Ambiental situado na freguesia de Aveiras de Baixo. A autarquia envolve nesta ação cerca de 1500 participantes.

O Município de Azambuja volta a promover a iniciativa “Um Dia no Campo”, que este ano terá lugar no dia 28 de junho entre as 09h30 e as 16h30. Como sempre acontece o palco será o Parque Biológico e Ambiental situado na freguesia de Aveiras de Baixo. A autarquia envolve nesta ação cerca de 1500 participantes.

Este milhar e meio de pessoas vão desde o pré-escolar da rede pública, privada e solidária até ao 1.º CEB, Ensino Especial e idosos das várias instituições do concelho. “Na organização da atividade os serviços municipais contam com a colaboração de várias entidades que apresentarão ateliês com informação e experiências relativas à proteção da Natureza e à adoção de hábitos de vida mais saudáveis e ecológicos”, refere fonte da autarquia.

A mesma fonte acrescenta: “Esta atividade tem como objetivo envolver a comunidade e integrar as várias gerações na política de educação ambiental do município. Dessa forma pretende-se contribuir para a defesa e valorização das florestas, da agricultura e do meio ambiente, bem como motivar os cidadãos, sobretudo os mais jovens, para o uso racional dos recursos naturais”, complementa.

O espaço do evento contará com inúmeros ateliês e expositores, com destaque para o laboratório de rios. A iniciativa consiste na realização de cerca de 40 ateliês dinamizados por diversas entidades públicas e privadas e ainda pelos serviços internos de diversas áreas da Câmara Municipal.

Esta edição contará igualmente com a iniciativa “World Café”, às 14h30, que consistirá em apresentações de várias empresas que darão a conhecer a sua atividade e experiência numa ótica de proteção da natureza. No encerramento, haverá um momento coletivo de biodanza.


Jaime Quitério mora na Passinha há 50 anos e conta como é viver no inferno em que se transformou esta aldeia de Alenquer

Ninguém melhor do que um morador da Passinha para nos descrever como é viver 24 sobre 24 horas com camiões a passar de forma quase permanente rente às casas e aos quartos destas pessoas. Jaime Quitério viveu toda a sua vida nesta aldeia de Alenquer e agora reconhece que vive num inferno de barulho.

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