Folgado não quer dar passo atrás: “Quando cheguei à Câmara nem dinheiro havia para os ordenados”

Pedro Folgado está completamente indisponível para dar um passo atrás naquilo que considera ser a estabilidade financeira da Câmara de Alenquer. O presidente recorda que em 2013 nem dinheiro para pagar ordenados aos funcionários municipais havia nas contas.

Pedro Folgado está completamente indisponível para dar um passo atrás naquilo que considera ser a estabilidade financeira da Câmara de Alenquer. O presidente eleito por maioria absoluta há um ano relembrou hoje os tempos difíceis pelos quais passou quando assumiu a governação em 2013. Nessa altura nem dinheiro para pagar ordenados aos funcionários municipais havia nas contas, relembra o edil.

O presidente da Câmara de Alenquer referiu-se hoje a este assunto aquando da discussão em reunião do executivo da manutenção do patamar de impostos a cobrar pelo município em 2023. Pedro Folgado abordou o assunto com frontalidade: “Politicamente era muito melhor chegarmos aqui e baixarmos os impostos, e ficávamos todos bem vistos, mas eu não me esqueço dos primeiros anos nesta câmara que não foram nada fáceis”, referiu.

Folgado especificou então o que o leva a dar prioridade à estabilidade financeira da Câmara de Alenquer: “Quando assumi a presidência não tínhamos dinheiro para rigorosamente nada e até estavam em causa os pagamentos dos ordenados dos funcionários; Houve meses em que me reuni com a divisão financeira e questionávamos o que iriamos fazer, pois se nem para pagar ordenados tínhamos dinheiro”, revelou.

O presidente assegura que, e citamos Pedro Folgado, “não quero passar novamente por esse período. Uns são mais de arriscar, outros mais cautelosos e eu sou daqueles que são mais cautelosos neste aspeto”. Derrama, IMI e IRS vão manter-se nos valores já praticados em 2022 no que à coleta pela autarquia diz respeito.

 


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VIAAlexandre Silva
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