

A Autarquia de Azambuja voltou a não aumentar o valor cobrado através do Imposto Municipal sobre Imóveis. Para 2022 a taxa será de 0,35 por cento, naquele que será o sexto ano consecutivo em que a Câmara de Azambuja baixa ou mantém o valor deste imposto a cobrar aos seus munícipes.
A decisão foi tomada pelo executivo liderado por Silvino Lúcio e aprovada em Assembleia Municipal, que reuniu ontem por videoconferência. As taxas de IMI a cobrar em 2022 foram então fixadas em 0,35% e serão aplicadas sobre os prédios urbanos destinados a habitação própria e permanente coincidente com o domicílio fiscal do proprietário.
Tal como já foi referido, o Município de Azambuja tem vindo a reduzir a taxa do imposto cobrado sobre os imóveis urbanos. Em 2017 baixou de 0,4% para 0,38%, em 2018 desceu para 0,37%, e em 2019 voltou a descer um ponto para 0,36%. Em 2021 foi decidida uma nova descida para 0,35%, valor que se irá manter este ano.
Ainda neste contexto o município continua a reduzir o IMI dos agregados familiares em função do número de dependentes. A Câmara de Azambuja também aplica uma discriminação positiva às freguesias mais envelhecidas. No designado IMI Familiar, os imóveis destinados a habitação própria e permanente que seja o domicílio fiscal do proprietário mantêm uma redução de 20 euros no caso de 1 dependente; de 40 euros no caso de 2; e de 70 euros quando se tratam de 3 ou mais dependentes.
A este propósito, Silvino Lúcio acrescenta: “O IMI no Concelho de Azambuja irá contemplar uma minoração da taxa aplicada nas freguesias que, de acordo com os últimos censos, registaram uma perda de população, pelo que em 2022 haverá reduções de 26% na taxa a aplicar na União de Freguesias Manique do Intendente, Vila Nova de S. Pedro e Maçussa; de 18% na Freguesia de Alcoentre; e de 4% na Freguesia de Aveiras de Cima”. Com esta medida global, o Município de Azambuja continua a aliviar o imposto sobre imóveis a todos os munícipes do concelho, assegura o Presidente.




















