Alterações climáticas: Azambuja continua a apostar na proteção dos espaços ribeirinhos

O Município de Azambuja em conjunto com a empresa ERios realizaram duas sessões de sensibilização sobre a importância de preservar e proteger o Ribeiro de Aveiras.

O Município de Azambuja em conjunto com a empresa ERios realizaram duas sessões de sensibilização sobre a importância de preservar e proteger o Ribeiro de Aveiras. Esta entidade é responsável pelo projeto da “Valorização e Adaptação do Ribeiro de Aveiras às Alterações Climáticas”, já anteriormente noticiado pelo Fundamental.

As sessões tiveram lugar no dia 26 de novembro no espaço do futuro Parque Ambiental de Azambuja nos antigos viveiros do ICNF, em Aveiras de Baixo. Nesta iniciativa estiveram presentes as turmas dos cursos de “Turismo Rural e Ambiente” e de “Multimédia” da Escola Secundária de Azambuja a equipa dos jardins e Técnicos da autarquia.

Recorde-se que este ribeiro está a ser intervencionado utilizando várias técnicas de engenharia natural, fazendo um controle das espécies invasoras e respeitando as espécies nativas já existentes. A área atravessa os terrenos dos antigos viveiros do ICNF, em Aveiras de Baixo, onde a autarquia visa criar o futuro Parque Ambiental de Azambuja.

Com este projeto, Azambuja terá também o primeiro Laboratório de Rio funcional na zona sul do país, onde poderá ser observada a intervenção realizada e as diversas técnicas utilizadas. De referir que esta intervenção representa um investimento global de 200 mil euros, dos quais a Câmara Municipal conseguiu um financiamento de 170 mil euros no âmbito da candidatura aprovada pelo Fundo Ambiental enquadrada no objetivo “Adaptar o território às alterações climáticas – concretizar o P3AC”.

A concretização desta “Valorização e Adaptação do Ribeiro de Aveiras às Alterações Climáticas” irá tornar toda a área envolvente à intervenção mais resiliente e preparada para os riscos associados a fenómenos de cheias e de inundações, bem como recuperará o corredor ribeirinho ao longo da linha de água, fomentando a criação de refúgios e corredores ecológicos para espécies vulneráveis.

No currículo desta obra do Município de Azambuja constam a empresa Floponor, ligada às áreas do ambiente e da floresta, que está a executar a empreitada, e também a empresa Engenho e Rio, que é responsável pela elaboração do projeto e especializada em reabilitação fluvial com recurso a “engenharia natural”.


Virgínia Estorninho em grande entrevista: “Eu sei perdoar, mas Jorge Lopes fez-me a vida negra”

Virgínia Estorninho é a mais recente convidada de Nuno Cláudio para a rubrica “Conversas com Fundamento”. A histórica militante do Partido Social Democrata vive em Azambuja desde 1997 e afirma, recordando esses tempos: “Eu sei perdoar, mas António Jorge Lopes fez-me completamente a vida negra”.

VIAAlexandre Silva
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