
O executivo da Câmara de Azambuja aprovou recentemente a declaração de caducidade da aprovação do projeto de arquitetura apresentado pela empresa Triaza. Este projeto teria em vista o desenvolvimento de novas células para ampliação do aterro de resíduos industriais instalado em Azambuja.
De acordo com a fundamentação apresentada pelo executivo liderado por Luís de Sousa o projeto não foi apresentado dentro dos prazos previstos, nem nos termos, condições e calendarização requeridos para o efeito.
Recorde-se que esta posição da autarquia surge altura em que decorre a consulta pública, promovida pela CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, ao pedido de renovação da licença de atividade do aterro da Triaza. De acordo com Silvino Lúcio, “esta declaração de caducidade é mais um passo com o objetivo de resolver um problema ambiental que afeta este concelho e, de forma muito direta, a vila de Azambuja“.


















