Vila Verde dos Francos: Liliana Lourenço condenada a 16 anos por matar marido à facada

O Tribunal de Loures condenou Liliana Lourenço a 16 anos de prisão, acusada de matar o marido à facada. O crime teve lugar a 18 de Agosto do ano passado em Vila Verde dos Francos. A defesa de Liliana vai decorrer já que alega que a mulher agiu em legítima defesa.

O Tribunal de Loures condenou Liliana Lourenço a 16 anos de prisão, acusada de matar o marido à facada. O crime teve lugar a 18 de Agosto do ano passado em Vila Verde dos Francos. Liliana, de 31 anos, assassinou o marido recorrendo a uma faca de 34 centímetros. A defesa de Liliana vai decorrer já que alega que a mulher agiu em legítima defesa.

António Falé de Carvalho, o advogado de Liliana Lourenço, considerou excessiva a condenação e anunciou o recurso logo após ter sido lida a sentença, o que aconteceu hoje, quarta-feira, dia 14 de Outubro. O causídico afirmou ainda que ficou provado que a mulher não terá agido motivada por ciúmes pelo facto do marido ter uma relação extraconjugal.

Liliana Lourenço afirmou em tribunal que o falecido marido lhe tinha apontado a faca momentos antes do assassinato, ameaçando-a de morte no interior do carro. A mulher argumentou que procurou defender-se, sacudiu a faca que caiu a seus pés e pouco tempo depois conseguiu agarrar a mesma, espetando-a no peito do marido.

Nessa altura Manuel João ainda conseguiu conduzir o carro até ao Café Caravela, que fica a cerca de 3 quilómetros de casa. Foi neste lugar que pediu ajuda, mas o seu estado já era demasiado grave para resistir aos ferimentos, tendo acabado por perder a vida neste estabelecimento.

Liliana Lourenço afirmou em tribunal que nunca esperou que a agressão conduzisse à morte do marido, e sustentava ter atuado em legítima defesa. O Ministério Público acusou a mulher de homicídio qualificado e pedia uma pena de 25 anos de prisão para Liliana Lourenço. A sentença acabaria hoje por condenar Liliana a 16 anos de encarceramento e ainda a pagar uma indemnização de 100 mil euros aos filhos da vítima.


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VIAAlexandre Silva
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