Azambuja cria atendimento de apoio à vítima em protocolo com a APAV

Azambuja formalizou no passado dia 7 de Março o protocolo com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) com vista à criação de um serviço de atendimento e apoio à vítima mais próximo da população do Concelho de Azambuja.

O Município de Azambuja formalizou no passado dia 7 de Março o protocolo com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) com vista à criação de um serviço de atendimento e apoio à vítima mais próximo da população do Concelho de Azambuja.

O acordo foi assinado pelos responsáveis máximos das duas entidades, o Presidente da Câmara – Luís de Sousa, e o Presidente da APAV – João Lázaro, e concretiza a deliberação tomada pelo Executivo Municipal na reunião do passado dia 12 de Fevereiro.

O objectivo desta iniciativa visa disponibilizar a prestação de um serviço de apoio emocional, jurídico, psicológico e social a qualquer vítima de crime, aos seus familiares e amigos, que solicitem esta ajuda. Além do apoio directo no atendimento, a APAV assegura a formação específica a um técnico do município. Paralelamente, será desenvolvido um trabalho de articulação com as várias estruturas no âmbito da acção social, com vista a uma maior proximidade e eficácia da resposta às situações que se apresentem.

Através deste acordo, válido por dois anos, o Município de Azambuja irá trabalhar em colaboração directa com a Unidade Móvel de Apoio à Vítima da Lezíria do Tejo, representada neste ato pela sua coordenadora Carmen Ludovino. Este novo serviço ficará enquadrado no gabinete de Acção Social da autarquia e funcionará no Páteo Valverde, em Azambuja. Estará disponível a linha telefónica 263 400 491 e o atendimento presencial funcionará às terças-feiras, no período da tarde, a partir de 12 de Março.

Regista-se ainda que a assinatura deste protocolo entre o Município de Azambuja e a APAV coincidiu com o dia de luto nacional decretado pelo governo como forma de homenagear todas as vítimas de violência doméstica e as suas famílias, mas também com o objectivo de consciencializar a sociedade portuguesa para este flagelo e para a necessidade de desenvolver todos os esforços para a sua erradicação.