Azambuja: epidemia de ratazanas na Escola Boavida Canada revolta pais contra Câmara

Epidemia de ratazanas está a deixar loucos de nervos crianças e encarregados de educação de Azambuja. O Centro Escolar Boavida Canada é o alvo. O presidente da Câmara de Azambuja tem conhecimento da situação desde há várias semanas, mas é acusado de ignorar o assunto.

Uma epidemia de ratazanas está a deixar loucos de nervos crianças e encarregados de educação de Azambuja. O Centro Escolar Boavida Canada é o alvo desta epidemia. O presidente da Câmara de Azambuja tem conhecimento da situação desde há várias semanas, mas é acusado de ignorar o assunto.

“Como é possivel haver uma epidemia de ratazanas junto à escola Boavida Canada e nada ser feito?”, questionam encarregados de educação, que têm manifestado preocupação sobretudo através das redes sociais. “Já existem ratazanas dentro da escola, e o senhor presidente sabe disso”, reforçam os desesperados pais, que temem pela saúde dos seus filhos.

Segundo estes encarregados de educação, a Câmara de Azambuja foi alertada há mais de 3 semanas para esta epidemia de ratazanas na referida escola, mas até ao momento não tomou qualquer providência para combater o flagêlo. “Não percebemos porque é que nada é feito, tão pouco porque razão a escola não foi encerrada para resolverem este problema”, acrescentam os encarregados de educação.

A falta de crença na palavra de Luís de Sousa também começa a ser uma espécie de “clássico” em Azambuja, bem expressa nesta afirmação de Sandra Moleirinho, uma das encarregadas de educação desesperadas: “Espero que não me venha responder o que me costuma dizer nas reuniões públicas de Câmara, ou seja, que já está a tratar do assunto, porque já sei por experiência que isso não é verdade”. Elucidativo do crédito de que Luís de Sousa goza perante o povo de Azambuja.

Uma das encarregadas de educação que expôs a sua preocupação nas redes sociais afirma que uma ratazana passou por cima dos pés do próprio filho em plena sala de aulas, tendo a avó da criança sido testemunha. Os pais também afirmam que por parte do estabelecimento de ensino não houve uma informação oficial sobre o assunto. “Ficámos a saber desta epidemia porque uma funcionária da escola falou do assunto no Facebook”, acrescentam.

 

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VIAAlexandre Silva
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