Consumo recorde de quase 7 toneladas de enguias em Salvaterra de Magos

A 21ª edição do Mês da Enguia bateu todos os recordes de consumo desta iguaria. O evento decorreu no concelho de Salvaterra de Magos e constituiu um certame por excelência para a divulgação das potencialidades turisticas e gastronómicas do município salvaterrense.

Presidente Esménio transformou o Mês da Enguia num evento de âmbito nacional

A 21ª edição do Mês da Enguia bateu todos os recordes de consumo desta iguaria. O evento decorreu no concelho de Salvaterra de Magos entre os dias 1 de março e 2 de abril, e constituiu um certame por excelência para a divulgação das potencialidades turisticas e gastronómicas do município salvaterrense.

Enguias foram consumidas à toneladas em Salvaterra, mas com muito prazer degustativo…

Contas feitas, foram mais de 6,5 toneladas de enguias consumidas nos 19 restaurantes aderentes ao certame gastronómico promovido pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. O recorde era de cinco toneladas, estabelecido em edições anteriores.

“Foi o ano em que se vendeu mais enguias nas 21 edições que leva este certame gastronómico, que é também cultura, tradição e promoção dos usos e costumes do nosso concelho”, sublinha o presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio. O autarca acrescenta que “nunca os restaurantes disseram tão bem do número de visitantes que tiveram”.

Os 19 restaurantes aderentes à campanha, espalhados por várias freguesias do concelho, não tiveram mãos a medir, nomeadamente aos fins de semana, quando se registaram grandes picos de afluência. Enguia frita com arroz de feijão, ensopado ou caldeirada foram os pratos favoritos, mas as inovações, como Espetada de Enguias, Enguias à Lagareiro, Enguias Grelhadas, entre outras, também conquistaram adeptos.

A Feira de Artesanato e Produtos Regionais, que juntou cerca de uma centena de artesãos, vindos de norte a sul do país, e vários produtores regionais, contou sempre com casa cheia. A Feira reuniu ofertas para todos os gostos desde artigos em madeira, verga, porcelana, vinil, tecido e pele, passando pelos doces, compotas, vinhos, licores, pão, mel e enchidos tradicionais. Tudo aliado a uma programação que permitiu variadas atuações de associações e coletividades do concelho, mas também de artistas vindos de fora, entre eles Avô Cantigas e Rouxinol Faduncho.

E depois de uma bela refeição de enguias, os milhares de visitantes aproveitaram para conhecer as cinco exposições patentes em diferentes espaços municipais, a Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, a casa típica avieira e o Museu “Escaroupim e o Rio”. A afluência à Falcoaria permitiu mesmo que 2017 tivesse o melhor mês de março desde que o espaço abriu ao público (em 2009), com a visita de mais de 1700 pessoas. Pelo Museu “Escaroupim e o Rio”, que abriu portas há apenas um mês, também passaram mais de um milhar de pessoas.

“Estamos muito satisfeitos com esta organização, com a participação dos restaurantes, das associações, dos artesãos e dos produtores locais e regionais e esperamos que a edição do ano que vem possa, pelo menos, igualar a edição deste ano”, concluiu o presidente Hélder Manuel Esménio.

 

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