
José Manuel Pratas não cabe em si de contente após a decisão do Ministério Público, que mandou arquivar a queixa que o apontava como uma espécie de… fiel depositário em sua própria casa dos processos de contra-ordenação desaparecidos das instalações da Câmara de Azambuja, um processo já antigo e que tem feito correr muita tinta. Afinal, parece que Pratas não terá escondido na sua casa os ditos processos – havia quem garantisse que os mesmos estavam bem guardados na adega do ex-vereador, e alguns dos ditos processos ainda emanam o odor do bom vinho de Aveiras… Luís de Sousa ficou a espumar de raiva com o texto do despacho de arquivamento, ao qual o Fundamental teve acesso, e que a dado momento identifica Cristina Sousa como “filha do Presidente da Câmara”, ela que desempenha funções de secretária do próprio pai e foi a principal fonte de acusação neste processo contra Pratas. José Manuel Pratas era acusado pela filha do presidente de ter escondido na sua própria habitação, em Aveiras de Cima, os processos de contra-ordenação desaparecidos das instalações do município azambujense. O processo não passou da fase de inquérito e foi arquivado, sendo que Pratas chegou a acusar Luís de Sousa e Silvino Lúcio de o chantagearem, coagindo-o a assumir a autoria deste “crime”. Sousa afirma que a decisão do tribunal é uma mentira pegada e garante que irá até ao fim para, segundo o próprio, repor a verdade, acrescentando que já não acredita na justiça em Portugal. Em mais um dos seus habituais e descontrolados acessos de fúria, Sousa referiu igualmente que irá mover um processo contra José Manuel Pratas por este ter ido para a comunicação social falar do caso. Bem calados, era como Luís de Sousa queria que estivessemos todos…

















