Cartaxo quer dar um passo em frente na polémica questão do estacionamento na cidade

O Auditório Municipal da Quinta das Pratas recebeu, na noite do passado dia 20 de maio, dezenas de participantes para uma sessão em que Pedro Ribeiro (na foto) e o vice-presidente Fernando Amorim apresentaram o esboço de regulamento do trânsito e do estacionamento de veículos na cidade cartaxeira.

O Auditório Municipal da Quinta das Pratas recebeu, na noite do passado dia 20 de maio, dezenas de participantes para uma sessão em que Pedro Ribeiro e o vice-presidente Fernando Amorim apresentaram o esboço de regulamento do trânsito e do estacionamento de veículos na cidade cartaxeira. Ribeiro deu conhecimento aos presentes dos parâmetros que serão considerados no estudo de circulação que vai ser feito por uma empresa especializada. Estiveram na sessão residentes, comerciantes, autarcas e representantes de instituições públicas e privadas que têm a sua atividade sediada na cidade do Cartaxo. Pedro Ribeiro apresentou o esboço de regulamento, preparado pelos serviços municipais, como “uma oportunidade de criar um conjunto de normas de utilização do espaço público, para estacionamento, que alie o ordenamento à disponibilidade de lugares” . O autarca considera que tal “só será possível criando rotatividade e estacionamento de curta duração para que, junto ao comércio, possam existir lugares livres para utilização dos clientes das lojas e serviços”. O esboço de regulamento debatido inclui a redução dos lugares pagos, em relação ao que se previa em 2011 – na altura da construção do parque subterrâneo -, passando dos 620 para apenas 354 lugares à superfície, e cria três níveis de taxas para zonas diferentes: a zona vermelha, na qual rotatividade é mais importante para o comércio; a zona amarela, maioritariamente junto a serviços públicos; e a zona verde, que corresponde ao parque subterrâneo, com 188 lugares disponíveis e possibilidade de avenças mensais, tal como explicou Pedro Ribeiro. O autarca assegurou ainda que as taxas definitivas a aplicar terão por base um estudo económico-financeiro “rigoroso, ao que, aliás, a legislação obriga, e que terá em consideração os custos fixos dos equipamentos”, dando como exemplo “a projeção que fizemos para este esboço” – para uma hora de estacionamento à superfície, o valor poderá ser de 95 cêntimos e no parque subterrâneo, de 40 cêntimos, ou 20 cêntimos e 10 cêntimos para 15 minutos, respetivamente.

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VIAA.T.
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