
O documento de prestação de contas alusivo a 2025 foi discutido e aprovado na sessão da Assembleia Municipal de Azambuja, realizada esta última terça-feira no salão nobre dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre. O mesmo documento já tinha sido aprovado horas antes em reunião do executivo liderado por Silvino Lúcio, com os votos favoráveis da maioria socialista e do vereador comunista. PSD e CHEGA votaram contra o exercício.
No que diz respeito à prestação de contas da Câmara Municipal no ano 2025, a receita atingiu o nível de execução de 100,5%, com um total de 34,2 milhões de euros, “o que evidencia rigor na previsão e eficácia na cobrança”, de acordo com a explanação do presidente da autarquia. No que diz respeito à despesa municipal, o nível de execução situou-se nos 79,4%, “refletindo uma gestão prudente e, simultaneamente, ajustada ao ritmo de concretização dos projetos”, ainda de acordo com Silvino Lúcio.
Do balanço entre saldo da gerência anterior, receitas e despesas resultou um saldo de gerência para 2026 de 8,0 milhões de euros, valor que já foi objeto de revisão orçamental aprovada pelos órgãos municipais, tal como o Fundamental já noticiou anteriormente. No mesmo sentido, foi aprovada a proposta relativa à aplicação do resultado líquido do exercício de 2025 no valor de 2 486 886,94 euros.
Ainda no plano orçamental, a Assembleia também deliberou favoravelmente uma modificação ao Orçamento para este ano, materializada na 2ª Revisão ao Plano Plurianual de Investimentos e ao Plano de Atividades Municipal. “A necessidade desta alteração deve-se à inclusão de novos projetos contratualizados com o programa Alentejo 2030, bem como do contrato-programa com a APA-Agência Portuguesa do Ambiente e o Fundo Ambiental relativamente à reabilitação de infraestruturas nos municípios afetados pelas últimas intempéries”, referiu Silvino Lúcio.



















