
O mês de junho em Alenquer assinalou a realização de mais uma edição das Jornadas Empreendedoras. Este evento tem servido de montra aos projetos desenvolvidos pelos alunos dos agrupamentos de escola do concelho ao longo do ano letivo. “O objetivo passa por promover a construção de ideias, a avaliação de oportunidades, a mobilização de recursos e a concretização de iniciativas diferenciadas e de sucesso”, refere Paulo Franco.
O vereador da atividades económicas na autarquia de Alenquer acrescenta, e citamos, “que as Jornadas Empreendedoras assumem-se como uma mais-valia no desenvolvimento de competências das crianças e jovens, que encontram neste evento a oportunidade de partilharem as suas ideias, o seu olhar crítico, reflexivo e inovador sobre o mundo”.
A edição deste ano teve a particularidade de assinalar o regresso em pleno da iniciativa, após dois anos em que foi condicionada pela pandemia de Covid-19. A novidade recaiu sobre o Seminário de Educação Empreendedora, evento que juntou várias dezenas de pessoas no Pavilhão de Zinco do Parque Urbano da Romeira e contemplou a criação de grupos de trabalho constituído por docentes e alunos.
Moderado pelo carregadense Rui Pires, presidente da federação de associações de pais FAPOESTEJO, o painel foi composto por representantes de agrupamentos de escolas e de associações de estudantes mas também por elementos do Conselho Nacional de Educação, da Direção-Geral da Educação e da Comunidade Intermunicipal do Oeste.
Já as habituais apresentações dos projetos tiveram lugar nas várias escolas do concelho, com os cerca de 1900 alunos dos quatro agrupamentos a terem oportunidade de se envolver e mostrar os vários projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo, no âmbito do Empreendedorismo nas escolas. “Uma vez mais os alunos alenquerenses voltaram a responder positivamente ao desafio, o que leva a autarquia a traçar um balanço positivo da iniciativa”, acrescentou Paulo Franco.
O Empreendedorismo nas escolas já dinamizou a ação de mais de 7 mil alunos de todo o concelho, envolvendo também várias empresas nos projetos, sendo estas consideradas pela autarquia um pilar importante no que toca à implementação das ideias no mercado. Paulo Franco relembra que a proximidade ao tecido empresarial local não se restringe somente ao apoio à implementação de produtos: “Ao longo do ano, os empresários abrem as portas das suas empresas e visitam as várias escolas, partilhando as suas experiências e avaliando as ideias dos alunos, de forma a poder torná-las exequíveis”, refere o autarca.






















