Sousa hoje na AR: “Os camiões que circulem por Alenquer se vão descarregar no aterro do Archino”

Sousa e Lúcio estiveram hoje na Assembleia da República onde apresentaram o problema do aterro da Triaza e a mais recente preocupação relacionada com o transporte de resíduos em camiões que circulam pelo centro de Casais Vale de Brejo com destino ao aterro do Archino.

Luís de Sousa e Silvino Lúcio estiveram hoje na Assembleia da República onde apresentaram à Comissão do Ambiente e Ordenamento do Território o problema do aterro da Triaza e a mais recente preocupação relacionada com o transporte de resíduos em camiões que circulam pelo centro de Casais Vale de Brejo com destino ao aterro do Archino. Esta foi, de resto, uma matéria que o Fundamental noticiou ontem em exclusivo.

Luís de Sousa aproveitou para referir, e citamos: “Os maus cheiros continuam no aterro e as aves continuam a pairar sobre o lixo, para além de continuarem diariamente muitos camiões a parquear e a descarregar lixo naquele aterro”. O presidente da Câmara de Azambuja acrescentou, nesta sua intervenção: “neste momento temos a informação de que alguns destes camiões estão a descarregar no aterro de Alenquer” (nota: refere-se ao aterro do Archino, na Freguesia de Ota).

O Presidente da Câmara de Azambuja ainda referiu, e voltamos a citar: “Se é para descarregar no aterro de Alenquer, então que façam o seu percurso pelo Município de Alenquer e não venham prejudicar o Município de Azambuja, que prejudicados já nós estamos, e muito”.

O autarca de Azambuja refere-se ao facto dos camiões agora sairem no nó da auto estrada em Aveiras de Cima e circularem pelo meio de Casais Vale de Brejo, tal como o Fundamental noticiou ontem. De resto, Luís de Sousa falou mesmo das populações de Aveiras de Cima e de Casais Vale de Brejo, assegurando que a GNR já foi alertada e que estará no terreno para abordar os camionistas que circulam pelo centro destas localidades.

Ainda sobre o aterro da Triaza, Luís de Sousa lembrou a Comissão do Ambiente e Ordenamento do Território de que as portas do mesmo foram fechadas quando os responsáveis pela autarquia procuraram averiguar os níveis de amianto que ali eram depositados. “Foram lá depositadas muitas toneladas de amianto, que não pudemos fiscalizar porque nos foi vedado o acesso com o argumento de que andávamos a difamar a empresa”, esclareceu o Presidente da Câmara.

Luís de Sousa lembrou também o episódio que envolveu António José Matos e Inês Louro. Vereador e Presidente da Junta de Azambuja foram apedrejados por camionistas em Azambuja, situação que foi noticiada em primeira mão pelo Fundamental. De resto, Luís de Sousa questionou os deputados da Comissão se teriam visto precisamente essas mesmas notícias.

Convidamo-lo a ver a intervenção de Luís de Sousa na Assembleia da República. As imagens são do Canal Institucional AR.

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VIAAlexandre Silva
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