
Luís de Sousa afirmou há minutos que o primeiro grande objectivo da Câmara de Azambuja passa por encerrar de vez o aterro da Triaza, a tristemente afamada lixeira de Azambuja. O autarca e presidente da autarquia reage desta forma à sequência de acontecimentos que nos últimos dias têm envolvido a comunidade local no contexto desta estrutura polémica.
“Antes de mais, e perante os evidentes prejuízos causados por essa actividade à qualidade de vida de quem habita e trabalha no nosso concelho, a Autarquia reafirma a sua total solidariedade com a população na intenção de fechar o aterro”, refere Luís de Sousa.
O edil acrescenta: “Honrando o compromisso assumido na reunião extraordinária do Executivo Municipal do passado dia 05 de Fevereiro, de desenvolver todos os esforços para atingir aquele objectivo, a Câmara está a analisar o caso pela via jurídica”. Sousa assume que o primeiro objectivo passa mesmo por encerrar a actividade do aterro da Triaza.
O Presidente da Câmara de Azambuja assegura que toda a documentação relativa ao aterro da empresa Triaza foi entregue a um gabinete de advogados com especialização na área do ambiente e resíduos. Esse contacto foi “informal” e aconteceu nesta última terça-feira, dia 18 de Fevereiro. “Esses documentos serão estudados em detalhe, procurando-se argumentos jurídicos que possam fundamentar toda a nossa contestação e que permitam alcançar um de dois objectivos, sendo que o primeiro de todos passa mesmo por fechar o aterro”, acrescenta Luís de Sousa.
Caso essa solução não seja possível, a intenção da autarquia passará então pela não revalidação da licença ambiental, que está actualmente atribuída até maio de 2021. “Sem licença para continuar a actividade, levar ao encerramento do aterro”, reforça o presidente da Câmara de Azambuja, que remata: “O Executivo Municipal de Azambuja, em sintonia nesta matéria, tudo fará para defender o interesse colectivo e o bem comum de todo o Concelho de Azambuja”.




















