Azambuja: “Radar Social” é farol de referência para pessoas em situação de vulnerabilidade

"Se conhece alguém em situação de vulnerabilidade social, sinalize-a junto do Radar Social de Azambuja". É desta forma que o Município abre portas a um serviço que se afigura de extrema importância que visa visa identificar pessoas, famílias e grupos em situações de vulnerabilidade ou risco de pobreza e exclusão social.

“Se conhece alguém em situação de vulnerabilidade social, sinalize-a junto do Radar Social de Azambuja”. É desta forma que o Município abre portas a um serviço que se afigura de extrema importância que visa visa identificar pessoas, famílias e grupos em situações de vulnerabilidade ou risco de pobreza e exclusão social. O Radar Social permite que cada munícipe colabore com as entidades da Rede Social do concelho.

Esta medida está integrada no Conselho Local de Ação Social de Azambuja e também procura georreferenciar recursos e soluções locais, incentivando a participação e sustentabilidade das comunidades. DE acordo com fonte da autarquia, os destinatários deste projeto são pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade social, em situação de risco e pobreza, exclusão ou discriminação nas suas múltiplas funções.

Afinal como funciona o Radar Social? Através da sinalização de situações de vulnerabilidade, a equipa técnica irá referenciar e realizar uma avaliação social preliminar e prospetiva, ao mesmo tempo que fornecerá informações e orientação. Também estará preparada para assegurar o encaminhamento para a rede de serviços de atendimento e acompanhamento social ou para parceiros da Rede Social.

Estes profissionais ao serviço do Município de Azambuja estão igualmente preparados para ativar diretamente a rede de recursos locais da Rede Social, sempre que a referenciação indicar a necessidade de uma intervenção social de emergência. Já a sinalização pode ser realizada presencialmente, telefonicamente ou através das fichas de sinalização, pelas Juntas de Freguesia, pelo próprio individuo, por vizinhos ou familiares, por entidades policiais, estabelecimentos de saúde e instituições.