Azambuja: Câmara volta a ser reconhecida com diploma por pagar a tempo e horas aos fornecedores

O Município de Azambuja viu ser renovada a certificação pelo “Compromisso Pagamento Pontual” como uma entidade que paga aos seus fornecedores a tempo e horas. A autarquia presidida por Silvino Lúcio continua a fazer parte do número reduzido de câmaras que mantêm este selo no presente ano.

O Município de Azambuja viu ser renovada a certificação pelo “Compromisso Pagamento Pontual” como uma entidade que paga aos seus fornecedores a tempo e horas. A autarquia presidida por Silvino Lúcio é uma das cerca de duas mil empresas e organizações que mantêm este selo no presente ano. Refira-se que nesse universo continua a ser reduzido o número de câmaras municipais aderentes e reconhecidas por esta plataforma. Azambuja está assim no grupo das (boas) excepções neste contexto.

“Compromisso Pagamento Pontual” é um movimento iniciado pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) que conta com a parceria de organismos como o IAPMEI, a CIP – Confederação Empresarial de Portugal), a Apifarma – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica e ainda a Ordem dos Contabilistas Certificados.

O mote da iniciativa defende o princípio de que quando uma empresa não paga a horas, é toda a economia e Portugal que se atrasa. Nada mais acertado. A partir deste princípio, e constatando os promotores deste movimento que uma larga percentagem das empresas portuguesas não cumpre os prazos de pagamento, o desafio foi lançado a toda a sociedade civil do país, em especial aos gestores e responsáveis, quer do setor privado quer do setor público.

A este propósito Silvino Lúcio referiu ao Fundamental: “O Município de Azambuja apresenta um prazo médio de pagamento dos mais baixos do país e assume o propósito de continuar a ser uma autarquia cumpridora dos seus compromissos financeiros, mantendo a adesão a esta iniciativa desde 2018”. O diploma agora renovado atesta em 2025 o reconhecimento de Azambuja como entidade que contribui para a melhoria da saúde e da credibilidade da economia portuguesa.

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