
Foi por as beatas terem sido consideradas prejudiciais ao meio ambiente que a partir do início de Outubro de 2019 passou a ser proibido deitar beatas de cigarro para a via pública. Segundo os proponentes do diploma aprovado, além de pesticidas e herbicidas do cultivo do tabaco, uma beata contém todas as substâncias cancerígenas decorrentes da queima do cigarro: alcatrão, nicotina, arsénio, monóxido de carbono, cianeto de hidrogénio, benzeno ou acetona.
“Modernices”, criticam os “velhos do Restelo”, que acusam os outros de fundamentalistas. “Higiene sanitária” defendem os “velhos”, que mostraram um garrafão cheio, indicando que se tratava da “quantidade de pontas de cigarro apanhadas em três quartos de hora por três pessoas, em apenas 100 metros de passeio na Avenida Almirante Reis, em Lisboa”, que deveriam rondar entre “1000 e 1500”.
Clamou um dos velhos: “Só falta contarem as beatas de sacristia. Antes, eram as pontas de cigarro que provocavam os incêndios florestais no nosso país, ao serem lançadas a partir de viaturas em movimento. Com esse fundamento obrigaram os proprietários de terrenos a limpá-los numa faixa de 10 metros ao longo das estradas rurais. Mas os fogos continuaram, passando a suspeitar-se que a generalidade dos incêndios têm sido provocados por madeireiros e outros interessados em vender material de combate aos incêndios. E assim passámos do combate moderado ao ataque feroz às beatas, culminando na sua proibição sujeita a coimas”.
Ironizou outro: “Qualquer dia até na missa será proibida a entrada das devotas e beatas católicas! Essas beatas devem ser proibidas de entrar na missa e na sacristia”, interveio, exaltado um gay que assistia à discussão. “O meu tio Malaquias, pároco na Freguesia de A-das-mal-casadas, morreu queimado na Sacristia da sua Paróquia por ter escorregado numa beata e caído em cima de outra que ardia como as chamas do mafarrico”.




















