Alenquer distinguida: Prémios “Autarquia do Ano” contemplam município em duas categorias

Alenquer conquistou dois Prémios Autarquia do Ano. A Recuperação da Fonte Gótica de Vila Verde dos Francos e a obra de Requalificação Urbana da Frente Ribeirinha do Rio Alenquer conquistaram as distinções que premeiam o trabalho de Folgado e da sua equipa.

O Município de Alenquer conquistou dois Prémios Autarquia do Ano. O evento teve lugar a 9 de maio na gala que aconteceu no Palácio Conde d’Óbidos, em Lisboa. A Recuperação e Consolidação da Fonte Gótica de Vila Verde dos Francos levou a melhor na categoria Cultura e Património enquanto que a obra de Requalificação Urbana e Ambiental da Frente Ribeirinha do Rio Alenquer conquistou o Grande Prémio na categoria Urbanismo e Espaços Verdes.

Alenquer acabou por levar a melhor sobre a concorrência nestas duas categorias e ficou à frente de projetos também eles considerados de qualidade comprovada de autarquias como Loures, Barcelos ou Oeiras. O objetivo desta distinção anual é homenagear os municípios e freguesias que se destacam nas mais variadas áreas por práticas inovadoras e de gestão rigorosa do interesse público.

Tiago Pedro recebeu os galardões em representação de Alenquer. “Com toda a humildade, mas com um indisfarçável sorriso e orgulho”, vincou o vice-presidente, afirmando que estas distinções funcionam, e citamos, “como combustível para alimentar a confiança e para nos fazer continuar a trabalhar e sonhar pelo território de Alenquer”.

Tiago Pedro ainda afirmou neste contexto: “No caso da fonte gótica, estimada entre o século XII e XIV, o galardão tem uma importância muito assinalável porque cabe aos autarcas a responsabilidade de garantir que a identidade dos territórios é mantida, e isso faz-se também através da reabilitação do património edificado e cultural. Há que garantir que esse legado passa de geração em geração e que somos fiéis à identidade do território”.

O vice-presidente de Pedro Folgado mostrou-se mesmo surpreendido com a conquista do Grande Prémio pela empreitada na Frente Ribeirinha do Rio Alenquer face à concorrência de grande qualidade “de muitas autarquias com uma dimensão assinalável”, conforme o próprio reconheceu. “Levar a cabo esta obra obrigou a um grande trabalho de acompanhamento arqueológico e do planeamento das fases da obra. Significa que estamos na direção certa, a obra fez sentido para aquela zona”, disse ainda Tiago Pedro.