Neto de Francisco Carapinha: carregadense João Carvalho já é guarda redes profissional no Braga

João Carapinha Carvalho segue firme rumo ao sonho de se tornar um guarda-redes de referência a nível nacional, tendo já assinado um contrato profissional com o Sporting de Braga válido até junho de 2026. O jovem de 18 anos é filho de Lena Carapinha e do saudoso Paulo Carvalho, ambos proprietários do Intermarché do Carregado

João Carapinha Carvalho segue firme rumo ao sonho de se tornar um guarda-redes de referência a nível nacional, tendo já assinado um contrato profissional com o Sporting de Braga válido até junho de 2026. O jovem de 18 anos foi o habitual titular da equipa sub-19 na temporada passada tendo cumprido 31 jogos e nesta nova época foi promovido aos sub-23 do clube liderado por António Salvador. Recordamos que João Carvalho vai para a terceira temporada nos minhotos, depois de passagens pela formação do Benfica e do Alverca.

João Carapinha Carvalho é filho de Lena Carapinha e do saudoso Paulo Carvalho, ambos proprietários do Intermarché do Carregado, sendo ainda neto de Francisco e Rosa Carapinha, o casal fundador desta loja carregadense do Grupo Mosqueteiros que também já não está entre nós. “Estou muito feliz e orgulhoso por todo o trajeto que tenho vindo a fazer. Assinar um contrato profissional com este grande clube, que nos dá tudo o que precisamos para chegar a patamares superiores, deixa-me muito feliz. É sinal que o trabalho está a ser bem feito”, disse João Carvalho após a assinatura do vínculo profissional.

Lena e os saudosos Paulo Carvalho e Francisco Carapinha; cada um na sua dimensão, mas todos seguramente orgulhosos do percurso de João Carvalho

João assume que tem a ambição bem definida de atingir o patamar da equipa principal do Sporting de Braga no prazo de cinco anos. “Nesta nova época gostava de jogar na equipa sub-23 com regularidade e continuar a ser convocado para a seleção. Tenho o objetivo de no espaço de cinco anos chegar à equipa principal”, refere ainda o keeper, para acrescentar: “Nos sub-23 o jogo tem outra intensidade, outra exigência a nível mental. Os jogadores são mais velhos, mais experientes, e esse nível deixa-me mais próximo de uma realidade da equipa A, o que é muito positivo”.

VIAAlexandre Silva
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