Pedro Folgado e o empréstimo de 6,4 milhões: “Não coloca em risco saúde financeira da Câmara”

Pedro Folgado explica as razões que levaram o executivo de Alenquer a aprovar um empréstimo de 6,4 milhões de euros. O autarca assegurou que, e citamos, "é uma opção que não vai colocar em risco a saúde financeira da câmara".

Pedro Folgado aceitou o convite do Fundamental Canal para explicar as razões que levaram o executivo com responsabilidades governativas na Câmara de Alenquer a aprovar um empréstimo de 6,4 milhões de euros destinado a fazer face aos gastos com as obras do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano. O autarca assegurou que, e citamos, “é uma opção que não vai colocar em risco a saúde financeira da câmara“.

O Presidente do Município de Alenquer lembrou mesmo que foi a sua experiência enquanto autarca que o conduziu a levar por diante este acesso à linha de crédito, contraída no Banco Europeu de Investimentos. “A minha experiência profissional e autárquica disse-me que estava na altura de arriscar, de ser audaz e resiliente“, acrescenta Pedro Folgado, reforçando a sua convicção de que esta linha de crédito não vai colocar em causa o equilíbrio da autarquia.

Pedro Folgado refere igualmente nesta entrevista que as regras impostas pelo Centro 2020 não permitem que o investimento no âmbito do PEDU tenha lugar fora da Vila de Alenquer, ao contrário do que aconteceria com o Portugal 2020. “A Câmara contratualizou este processo com o Centro 2020 e não com o Portugal 2020, e por essa razão teremos que nos cingir às regras impostas pelo Centro 2020, não temos outra alternativa“, explica Folgado.

O autarca acrescenta também que o empréstimo permitirá acudir a outras obras que são reivindicadas pelos alenquerenses, tais como os tão necessários alcatroamentos ou a recuperação de alguns equipamentos municipais. “Este empréstimo não afeta a capacidade de endividamento da Câmara de Alenquer“, assegurou ainda Pedro Folgado, referindo que a autarquia fica com total capacidade de aceder a novo empréstimo se tal se tornar necessário para, por exemplo, investir nas obras de remodelação das condutas de fornecimento de água ao domicílio, que estão envelhecidas e em permanente estado de rutura.

Entrevista com Pedro Folgado para ver aqui, no Fundamental Canal

VIAAlexandre Silva
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