Inês é recandidata à Junta de Azambuja e defende inclusão com “braço forte” no Bairro da Mina

Inês Louro anunciou a sua disponibilidade total para ser recandidata à Presidência da Junta de Freguesia de Azambuja e afirmou ainda que os problemas de inclusão do Beco Madre Teresa de Calcutá na Quinta da Mina só poderão ser resolvidos com uma "política de braço forte".

Inês Louro anunciou a sua disponibilidade total para ser recandidata à Presidência da Junta de Freguesia de Azambuja nas eleições autárquicas que se vão realizar em Outubro no ano que vem. A autarca concedeu uma entrevista ao Fundamental Canal e revelou a sua intenção de avançar para mais um mandato, que será o terceiro se os fregueses de Azambuja assim o entenderem.

Esta entrevista foi realizada no Largo do Cabral em Azambuja, a poucos metros da casa da autarca. Inês Louro analisou os tempos difíceis pelos quais tem passado Azambuja no âmbito da pandemia de Covid-19 que assola o País e o Mundo, pandemia que acabou por transformar a freguesia no foco de todas as atenções.

 A autarca lembra que as empresas situadas na Zona Industrial nunca pararam de laborar, ao contrário do que terá sucedido na maior parte das unidades fabris durante o Estado de Emergência. Tal facto poderá ter sido decisivo no estabelecer do cenário actual de contaminação, com Azambuja a contabilizar neste domingo um total de 72 casos positivos, que a autarca refere serem “centenas” se nesta contabilidade incluirmos os muitos trabalhadores que diariamente se deslocam para Azambuja.

Inês Louro também abordou a questão do Bairro Quinta da Mina. A Presidente da Junta de Freguesia de Azambuja defende mesmo que os problemas de inclusão só poderão ser enfrentados e resolvidos com uma “política de braço forte”. Recorde-se que os funcionários da Junta de Freguesia deixaram há meses de efectuar a limpeza no Beco Madre Teresa de Calcutá porque foram várias vezes atacados e agredidos por moradores que lhes arremessaram objectos.

Nesta entrevista, que aqui poderá ver de seguida, Inês Louro manifesta o seu apoio total a Luís de Sousa no tocante ao diferendo que opôs o Presidente da Câmara ao Primeiro Ministro e à própria Juventude Socialista. Tal como já tínhamos noticiado na passada sexta-feira, Inês Louro diz mesmo que António Costa teve um mau momento e foi bastante injusto para com “um camarada que há mais de 20 anos ganha eleições para o Partido Socialista”.

VIANuno Cláudio
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