
Foi a mais recente partida de um conhecido habitante de Aveiras, mas desta vez em circunstâncias pouco comuns: Eduardo Martins faleceu no passado Domingo em pleno posto territorial da Guarda Nacional Republicana, em Aveiras de Cima. Pouco antes tinha sido conduzido sob detenção a este quartel devido a supostas infracções ao código da estrada. Eduardo Martins era conhecido pela alcunha de “negro” e tinha 76 anos.
De acordo com a versão que é contada de forma mais comum em Aveiras de Cima, Eduardo Martins terá desrespeitado um sinal de STOP, facto que foi presenciado por agentes do posto local da GNR. A reacção do senhor à abordagem dos militares não terá agradado aos “guardas”, que o terão conduzido ao quartel situado no primeiro andar do número 21 da Rua 25 de Abril, situado a escassas dezenas de metros do cruzamento onde as supostas infracções decorreram. O incidente terá contribuído para que Eduardo se tivesse sentido mal, a ponto de vir a falecer ainda nesse dia e em pleno quartel da GNR.
De facto, e já no posto da Guarda Nacional Republicana de Aveiras, Eduardo Pratas Martins ter-se-á sentido mal e o desfecho acabou por ser o falecimento deste idoso, no interior do quartel da GNR. O caso está, naturalmente, a ser muito falado em toda a vila, devido às circunstâncias anómalas do sucedido. Eduardo era casado com Camila Martins.
Neste momento os familiares de Eduardo Martins aguardam os resultados da autópsia para conseguirem compreender exactamente o que terá levado à morte repentina e inesperada deste homem de 76 anos, muito conhecido em Aveiras de Cima. Nas redes sociais lêem-se alguns comentários que encerram desconfiança em relação ao suposto excesso de zelo no comportamento dos agentes locais. Como já foi dito, apenas o resultado da autópsia poderá determinar com exactidão a causa da morte de Eduardo.


















