“Cobarde político”: André Salema arrasa com David Mendes por causa da Plataforma

David Mendes resolveu cair em cima do Movimento Plataforma EN3, e logo para arrasar: "Estão a ter demasiado protagonismo e a aparecer em demasiadas fotografias". André Salema apelidou o vereador de cobarde político.

Mais um valente tiro no pé protagonizado pelo vereador comunista David Mendes. O eleito na Câmara de Azambuja resolveu cair em cima do Movimento Plataforma EN3, e logo para arrasar: “Estão a ter demasiado protagonismo e a aparecer em demasiadas fotografias”.

As palavras de David Mendes foram proferidas em reunião da autarquia azambujense e já mereceram reprovação de André Salema, presidente da direcção dos Bombeiros de Azambuja e um dos fundadores da Plataforma. “Aqui está um motivo para que os cidadãos se afastem tanto da causa pública”, refere Salema.

David Mendes referiu ainda que no seu entender a Plataforma EN3 “não é a dona das soluções para este problema”. André Salema, indignado, respondeu ao vereador comunista: “Parabéns aos intervenientes que em momento algum acrescentam alguma coisa neste concelho”.

O fundador da Plataforma EN3, conjuntamente com Inês Louro e Joaquim Ramos, acrescentou: “Estes actos de cobardia política são altamente reprováveis, sobretudo quando se fala de cidadãos que nem sequer presentes estão para se defender”, numa alusão às declarações de Mendes em reunião de Câmara.

Refira-se que David Mendes acusou André Salema de utilizar a Plataforma EN3 para procurar protagonismo tendo em conta uma possivel ascensão no seio do Partido Socialista de Azambuja. Já sobre Inês Louro, David Mendes acusou a autarca de se preocupar pouco com a Freguesia de Azambuja, perdendo tempo com o Movimento.

Acerca deste tema André Salema também desmento o arquitecto: “É mentira que em momento algum isto fosse dito na minha cara; talvez assim seja tudo mais fácil”, acrescenta Salema, que remata: “Estou e estarei como sempre estive desde os meus 14 anos de idade dedicado ao voluntariado, e se algum dia quiser assumir seja para aquilo que for, certamente que não me esconderei atrás de uma qualquer moita”.

 

VIAAlexandre Silva
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